Ao longo da história, o sábio rei Salomão de Israel disse há muitos séculos o seguinte: “porque o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos eles”, ou seja, segundo a percepção dos homens da época, não era o destino ou o fatalismo que regulava o futuro das pessoas, até mesmo porque os humanos não têm a capacidade de prever exatamente o que resultará das ações diárias que vivenciam. Enfim, o que se sucede a um indivíduo de bom ou de ruim, pode ser simplesmente porque, às vezes, esse indivíduo está no lugar certo na hora certa, ou no lugar errado na hora errada, mas independente das percepções ou crenças de cada um, o dia 29 de novembro foi um dia de choro, lamentações e muita tristeza para todo Brasil, devido ao acidente aéreo que aconteceu na Colômbia, durante a madrugada no horário brasileiro, vitimando, fatalmente, praticamente todo o time de futebol da #Chapecoense, do estado brasileiro de Santa Catarina, além de membros da imprensa, tripulantes, entre outros.

Publicidade
Publicidade

Ao final do mesmo dia 29, Carlos Iván Márquez Pérez, que é o diretor responsável da Unidade Nacional para Gestão de Risco de Desastre, declarou, de forma oficial, o encerramento da operação para busca e resgate das diversas pessoas que estavam a bordo do avião que transportava a equipe da Chapecoense. O resultado foi mais do que trágico, com o balanço de 71 mortos e com 6 pessoas sobrevivendo.

Pérez só pode fazer o anúncio definitivo, na medida em que houve a retificação dos nomes dos passageiros que realmente embarcaram no avião, onde pessoas que deveriam estar naquele fatídico voo, não chegaram a entrar na aeronave.

O diretor foi tácito ao dizer que exatamente às 15h do horário local e 19h no Brasil, de acordo com o horário oficial de Brasília, os trabalhos da equipe de socorro foram encerrados.

Publicidade

O somatório de toda essa tragédia sem precedentes para o futebol brasileiro foi a morte de 71 indivíduos; 6 pessoas ficando seriamente feridas; ressaltando que 4 outras pessoas saíram ilesas, porque não embarcaram no último minuto. Carlos Ivan frisou ainda que a operação em questão foi uma das mais velozes dirigidas por ele, contando com apoio aéreo e terrestre.

Listagem das 4 pessoas que não embarcaram

Luciano Buligon, prefeito de Chapecó; Ivan Agnoletto, jornalista da rádio Super Condá, de Chapecó; Plínio David, presidente do Conselho Deliberativo da Chapecoense e Gelson Merisio presidente da Alesc - Assembleia Legislativa de SC. #FutebolBrasileiro #Acidente

Passageiros do voo

  • Imprensa: Mario Sergio, Chermont, Rodrigo Gonçalves, Devair Paschoalon, Lilacio Jr., Paulo Julio, Ari Jr., Guilherme Marques, Guilherme Laars, Bruno Silva, Giovane Klein, Djalma Neto, André Podiacki, Renan Agnolin, Laion Espindula, Rafael Henzel (sobrevivente), Gelson Galiotto, Fernando Schardong, Edson Ebeliny, Douglas Dorneles e Jacir Biavatti.
  • Diretoria: Decio Burtet Filho, Nilson Folle Júnior, Edir de Marco, Ricardo Porto, Jandir Bordignon, Mauro dal Bello e Dávi Barela.
  • Convidados da delegação: Delfim Filho.
  • Comissão técnica: Caio, Duca, Anderson Paixão, Pipe Grohs, Dr. Marcio, Anderson Martins, Cocada, Gobbato, Serginho, Adriano, Maurinho, Cleberson, Cadu, Chinho, Cezinha, Sandro e Giba.
  • Atletas: Gimenez, Danilo, Bruno, Marcelo, Sergio, Lucas, Felipe, Cleber, Matheus, Alan (sobrevivente), Tiaguinho, William, Neto (sobrevivente), Gil, Dener, Josimar, Ananias, Kempes, Follmann (sobrevivente), Caramelo, Arthur e Aílton.
  • Tripulação: Ovar, Miguel, Sisy, Romel, Ximena (sobrevivente), Gustavo, Alex, Erwin (sobrevivente) e Angel.