Não é só no Brasil que as maiores atrocidades e violências acontecem por causa de partidas de futebol. No México, um jogador que disputava um campeonato amador causou a maior confusão em uma partida, na manhã do último domingo (7). Transtornado com o fato de ter recebido cartão vermelho por ter cometido uma falta contra um jogador adversário, antes de deixar o campo Ruben Rivera Vázquez acabou partindo para a agressão física contra o juiz da partida.

Depois de muitos protestos e xingamentos, o atleta simplesmente continuou sem se conformar com a punição e deu uma cabeçada no árbitro, que sentiu na hora a pancada e desmaiou.

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Vásquez virou as costas e saiu do gramado, deixando para trás o juiz inconsciente. Depois da atitude condenável, veio a consequência trágica. O profissional agredido teve uma hemorragia cerebral, já que a pancada foi tão forte que causou um traumatismo craniano. Tecnicamente o nome do problema médico que o juiz teve é hematoma subcraniano generalizado, causado por um traumatismo cranioencefálico.

Assim que os demais jogadores perceberam a gravidade da violência, passaram a brigar entre si. Enquanto isso, os socorristas rapidamente entraram em campo e encaminharam o árbitro Victor Trejo para o hospital mais próximo, mas ele chegou na instituição já sem vida.

Já o jogador tem paradeiro desconhecido e é considerado foragido pelas autoridades policiais que investigam o caso. Diligências estão sendo feitas na tentativa de localizar o agressor.

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Até as redes sociais estão sendo alvo de uma campanha para prender o atleta, cujas fotos estão sendo compartilhadas. A imprensa mexicana relata que o atleta teria fugido logo que soube da morte de Trejo.

A confusão ocorreu durante uma partida disputada pelos clubes Canarios e Lindavista, no município de Tulancingo. A vítima tinha 59 anos de idade e era considerado um profissional experiente.

Ao jornal El Univesal, um profissional da área falou sobre os riscos da profissão. Contou que os árbitros das ligas e divisões amadoras ganham baixos salários e atuam totalmente expostos a riscos de agressões como essa. #Crime #Casos de polícia