Andy Murray segue colecionando conquistas memoráveis na temporada de 2016. Neste domingo, dia 20 de novembro, o britânico conquistou o título do ATP Finals, ao derrotar o sérvio Novak Djokovic por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4, após 1h42 de partida. Com o resultado, o escocês encerrará o ano na ponta do ranking da ATP, entrando para a história do #Tênis da Grã-Bretanha como o primeiro a atingir o feito.

Murray perseguiu Djokovic durante toda a temporada e precisava descontar muitos pontos para atingir o topo do ranking – façanha que alcançou de maneira inédita no dia 7 de novembro. Em 2016, o número 1 do mundo já havia sido campeão dos Masters 1000 de Roma, Xangai, Beijing, Paris, dos ATP 500 de Queen’s e Viena, além do bicampeonato em Wimbledon e das Olimpíadas.

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Nos Jogos do Rio de Janeiro, Murray ergueu o troféu, mas não somou pontos pelo feito.

O triunfo do britânico também foi o primeiro em um ATP Finals, evento que reúne os oito melhores da temporada, e no qual ele sequer havia passado das semifinais anteriormente. Djokovic, por sua vez, viu seu reinado chegar ao fim, depois de quatro títulos consecutivos do torneio, além de ter demonstrando uma queda de rendimento muito grande a partir do segundo semestre. Murray garante, de quebra, a liderança do ranking de entradas ao menos até o término do Aberto da Austrália, em janeiro.

Murray faturou ainda US$ 2.228.000 em premiações e somou 1.500 pontos no ranking por ter vencido a competição de forma invicta. Na fase de grupos, o escocês superou o japonês Kei Nishikori, o suíço Stan Wawrinka e o croata Marin Cilic.

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Nas semifinais, ganhou batalha de quase quatro horas diante do canadense Milos Raonic. Djokovic, por sua vez, teve vida mais fácil, ao passar pelo austríaco Dominic Thiem, o belga David Goffin e Raonic. Na penúltima fase, ele atropelou Nishikori.

Na decisão contra Djokovic, a tensão tomou conta do confronto nos primeiros games da partida. Porém, com o apoio maciço da torcida que lotou a Arena O2, em Londres, o tenista da casa obteve uma quebra fundamental no final do set, para na sequência sacar e levar a primeira parcial. Aparentemente sem forças para reverter o placar, Djokovic chegou a estar perdendo o segundo set por 4/1, mas conseguiu reagir e colocar mais pressão sobre o adversário, que só sacramentou a conquista em seu terceiro macht-point. Com o resultado, o escocês de 29 anos diminuiu sua desvantagem no retrospecto direto, agora com 11 vitórias em 35 disputas realizadas. #Entretenimento #Resenha Esportiva