O ano de 2015 só não foi repleto de decepções para o #Palmeiras por conta da conquista da Copa do Brasil, sobre o Santos, no dia 2 de dezembro daquele ano.

Dezenas de jogadores foram contratados, alguns ficaram, outros não, e o então técnico Marcelo Oliveira penava para compreender o elenco que tinha em mãos. Quase em todo o tempo que comandou o Palmeiras, Oliveira escalou um time diferente em cada partida que disputou.

Chutões foram a marca da era Marcelo Oliveira e o que lhe garantiu sucesso no torneio nacional foi a torcida, que lotou o Allianz Parque todas as vezes que o Verdão jogou em casa, exercendo pressão contra os adversários e contra o próprio time.

Publicidade
Publicidade

Após a desclassificação precoce da edição 2016 da Copa Libertadores, Alexandre Mattos, diretor de futebol palmeirense anunciou que o ex-colega de Cruzeiro não era mais o técnico do clube de Parque Antarctica. Dias depois, Cuca foi anunciado como o novo treinador.

As primeiras exibições do Palmeiras não agradaram os torcedores, muito menos o recém chegado técnico. Porém, após recolocar as peças em seus devidos lugares, Cuca conseguiu encontrar o time e a forma de jogo ideais, coisa que seu antecessor não conseguiu.

A partir de então, a versão 2016 do Palmeiras tornou-se muito mais agradável aos torcedores, com um futebol bonito de ser assistido e com poucos atletas inseguros; dá para confiar em quase todos os jogadores do Verdão, titulares ou reservas.

Mas Cuca, que afirmou que poderia voltar a trabalhar na China, em 2017, não sinalizou ao futuro presidente Maurício Galiotte que pretende renovar seu contrato por, pelo menos, mais uma temporada.

Publicidade

Isso coloca uma interrogação no planejamento do sucessor de Paulo Nobre para a próxima temporada.

Por enquanto, a diretoria do Palestra trata esse assunto e outros relacionados a contratações e permanências de atletas, com contratos vencendo no fim deste ano, de forma sigilosa para não atrapalhar a sequência do time rumo à conquista do #Campeonato Brasileiro de 2017, título que o Verdão não comemora desde 1994 após levar a melhor, naquele ano, sobre o rival Corinthians - 3 a 1 no primeiro jogo, com dois gols de Rivaldo e um de Edmundo; e um a um na final, gol de Rivaldo.

Nem mesmo Cuca fala sobre sua permanência, após a definição do sucessor de Paulo Nobre, que aconteceu, pela primeira vez, por decisão da maioria de conselheiros e oposição com a deliberação de não lançarem candidatos contra a chapa de Galiotte.

Entretanto, vencer o Campeonato Brasileiro não é garantia, ao Palmeiras, de que o técnico declinará pela renovação contratual.

Entre os jogadores que têm seus vínculos encerrando-se em dezembro estão Zé Roberto, que chegou a anunciar aposentadoria após a Libertadores, mas voltou atrás, dizendo que jogaria até o fim da temporada; Jailson, Roger Carvalho e Alecsandro.

Publicidade

Fabiano, emprestado pelo Cruzeiro até o fim desta temporada, ainda tem futuro indefinido mesmo depois de ganhar espaço no elenco de Cuca. Já Gabriel tem acordo encaminhado para permanecer no Verdão até 2021.

Assim, ao assumir em definitivo a presidência do Palmeiras, dia 15 de dezembro próximo, o atual vice-presidente Maurício Galiotte terá que definir essas questões, especialmente lutar pela renovação de Cuca para, enfim, concluir o planejamento de seu primeiro ano de mandato. #PaixãoPorFutebol