Rafael Moura sabe muito bem o que quer dizer a metáfora que o futebol é como uma roda gigante, onde há momentos em que você está por cima e outros que está por baixo. O atacante, que tem como apelido He-Man, pois tinha um corte de cabelo que lembrava o do personagem de histórias em quadrinhos, é considerado um centroavante eficaz e, normalmente, é um dos principais nomes dos clubes em que atua. Em sua carreira, atuou em grandes clubes (Atlético-MG, Corinthians. Fluminense e Internacional). Em contrapartida, Rafael Moura também esteve na parte de baixo, principalmente da tabela, quando foi rebaixado jogando pelo Vitória (2004), Paysandu (2005), Goiás (2010) e Figueirense (2016).

Publicidade
Publicidade

Com a marca de quatro rebaixamentos, o atacante é o maior recordista em quedas no Campeonato Brasileiro da Série A na era dos pontos corridos. Só que Rafael Moura não carrega esta “honraria” sozinho. Ao seu lado estão o lateral-direito Jonas e o também atacante Nunes.

O primeiro descenso de Jonas foi em 2008, atuando pelo São Caetano. Seguiram-se as quedas com o Sport (2009), com o Vitória (2010 e ao lado de Moura) e pelo América-MG (2016). Nunes também coleciona quedas: Coritiba (2005), Fortaleza (2006), América-RN (2007) e Santo André (2009). Curiosamente, Nunes fez parte do elenco da Portuguesa em 2016, ano em que a Lusa rebaixou para a Série D do #Brasileirão.

Clube dos três rebaixamentos

Mais democrático, este clube reúne 13 jogadores. O meia Fábio Baiano jogou em grandes equipes como o Flamengo, Atlético-MG, Corinthians e Santos.

Publicidade

Deu azar e acabou rebaixado pelo gigante Atlético-MG (2005), além da Ponte Preta (2006) e do Juventude (2007). O atacante Finazzi foi outro azarado. Após atuar em equipes pequenas e medianas do futebol nacional, onde foi rebaixado pelo Fortaleza em duas oportunidades em 2003 e 2006, o centroavante teve a grande oportunidade de jogar pelo Corinthians na fase final da sua carreira. Não adiantou e Finazzi voltou a sentir o gosto da queda, só que desta vez pelo Coringão em 2007.

Rodrigo Fabri teve passagens pela Portuguesa, Real Madrid, Flamengo, Santos, Sporting-POR, Grêmio, Atlético de Madrid, Atlético-MG e São Paulo, entre outros. Nem com este vasto currículo impediram que o meia fracassasse com o Atlético-MG (2005), Figueirense (2008) e Santo André (2008).

Um caso emblemático é o de Vampeta. Ídolo do Corinthians, campeão mundial pelo Brasil na Copa de 2005 e tendo atuado pela Internazionale-ITA, Paris Saint-Germain-FRA e Flamengo, o volante manchou a sua carreira com três rebaixamentos já nos últimos anos como profissional.

Publicidade

Caiu com o Vitória em 2004, Brasiliense em 2005 e pelo Corinthians, em 2007.

Os demais jogadores são: Gilmar (Vitória -2004, Náutico-2009 e Grêmio Prudente-2010); Juninho (Vitória-2004, Santa Cruz-2006 e América-RN-2007); Marcelo Costa (Juventude-2007, Ipatinga-2008 e Goiás-2010); Régis (Brasiliense-2005, Ponte Preta-2006 e Juventude-2007); Tadeu (Juventude-2007, Figueirense-2008 e Grêmio Prudente-2010);

Rodrigo Mancha (Coritiba-2005 e 2009 e Grêmio Prudente-2010); Dinelson (São Caetano-2006, Corinthians-2007 e Avaí 2011);

Márcio Careca (Brasiliense-2005, Paraná-2007 e Guarani-2010); Ricardo Conceição (Ponte Preta-2006, Santo André-2009 e Vitória 2010). #Rebaixamento #RafaelMoura