Na tarde desta quarta-feira (16), o #Grêmio foi punido pelo #STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) com a perda do mando de campo para a final da #Copa do Brasil contra o Atlético Mineiro no próximo dia 30. O Tribunal considerou irregular a entrada em campo da filha do treinador Renato, Carol Portaluppi, ao término da partida contra o Cruzeiro na Arena do Grêmio pela Copa do Brasil quando o Tricolor gaúcho conquistou a classificação para a final da competição.

Inicialmente, o Grêmio esperava que a punição se resumisse a aplicação de uma multa, tanto que o próprio Renato questionado a respeito do assunto brincou dizendo que a sua filha Carol poderia pagar os 30 mil reais que representariam a punição do clube gaúcho.

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No entanto, após o julgamento da questão nesta quarta-feira (16), o STJD surpreendeu a todos com a decisão de tirar o mando de campo do Grêmio para a partida final contra o Galo mineiro.

Nestor Hein, advogado do Tricolor gaúcho, concedeu entrevista à Rádio Grenal de Porto Alegre informando que o clube irá ainda na tarde de hoje recorrer da decisão do Supremo Tribunal de Justiça Desportiva. Nestor entende que o ingresso da Carol no gramado após a partida contra o Cruzeiro não representou uma infração grave e considerou a punição imposta ao clube como "absurda e sem sentido". O Grêmio deverá ingressar com pedido de efeito suspensivo da pena em 48 horas.

O preocupante para os dirigentes e torcedores gremistas é que o Tricolor tem um histórico recente de infrações julgadas pelo tribunal quando um torcedor arremessou um sanduíche no gramado da Arena em partida contra o Palmeiras pela Copa do Brasil e posteriormente houve também invasão da Miss Bumbum, também em jogo contra o alviverde paulista, mas pelo Campeonato Brasileiro.

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Nas duas oportunidades, o Grêmio foi denunciado pelo STJD.

No caso da filha do Renato, Carol Portaluppi, a denúncia ocorreu porque ela não estava autorizada a entrar no gramado e isso infringe o artigo 213 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva) no que diz respeito a deixar de prevenir e reprimir invasão de campo ou local da disputa do evento.