O ano já se anunciava no país como um dos mais importantes do #Esporte dos últimos tempos. Isso porque, pela primeira vez na história, os Jogos Olímpicos chegavam à América do Sul. Em agosto, durante três semanas, o Rio de Janeiro sediou as Olimpíadas , que teve suas modalidades transcorrendo da melhor forma possível e gerando emoção pelas conquistas, perdas e histórias de superação.

Além dos Jogos Olímpicos, outros fatos importantes vinculados ao esporte marcaram o #Brasil neste ano de #2016. Confira neste artigo uma retrospectiva esportiva da temporada.

Título de Grand Slam: No tênis, o Brasil começou 2016 bastante afiado.

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O mineiro Bruno Soares largou bem como seu novo parceiro Jamie Murray, britânico, irmão do número 1 de simples, Andy. Na Austrália, primeiro Grand Slam da dupla, o título veio para mostrar que os dois já estavam sintonizados. O “replay” ocorreu em setembro nos Estados Unidos. No US Open, último Grand Slam da temporada, Soares e Murray voltaram a ficar com o caneco.

Fim da era Dunga: O novo fracasso, dessa vez na Copa América Centenário, representou o ponto final da passagem de Dunga pela seleção brasileira. A má campanha nas Eliminatórias, somanda com a pífia campanha na Copa América, acabaram com as chances do técnico permanecer. Em seu lugar, Tite foi contratado – para muitos, gerando justiça com o melhor treinador brasileiro da atualidade.

Rafaela Silva é ouro: A judoca carioca Rafaela Silva emocionou o Brasil nas Olimpíadas do Rio de Janeiro.

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Não apenas por ter vencido o ouro no judô feminino, mas, sobretudo, por sua história de vida. Em Londres, quatro anos antes, foi desclassificada e vítima de racismo nas redes sociais. Deu a volta por cima e deixou um recado: “A macaca que deveria estar na jaula agora é medalha de ouro em casa”.

A volta por cima de Hypolito: Se o fracasso das duas Olimpíadas anteriores gerava resistência e desconfiança sobre o ginasta Diego Hypolito, o Rio de Janeiro serviu como o melhor calmante possível ao competidor. Em uma apresentação impecável, ele faturou a prata no solo e foi aplaudido pelo país inteiro.

Enfim, o futebol no lugar mais alto do pódio: Demorou muito tempo – e parecia que ia demorar ainda mais. Porque o futebol brasileiro não começou nada bem as Olimpíadas em casa. Cresceu no decorrer da competição e teve a chance de vencer a Alemanha nas penalidades máximas na grande decisão. Neymar não desperdiçou.

Argentina se rende a Tite: Se com Dunga as coisas não andavam bem, Tite revolucionou a seleção.

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Ganhou todos os jogos pelas Eliminatórias e puxou o Brasil do 6° para o 1° lugar, a um passo da classificação. O auge de Tite foi nos 3x0 sobre a Argentina, no Mineirão.

Brasil chora ao lado da Chapecoense: O que era para ser uma viagem histórica rumo a uma final inédita se transformou em uma tragédia. O avião que transportava a delegação da Chapecoense para a Medellín, palco da final da Sul-Americana, caiu e se dividiu em dois, deixando somente seis sobreviventes.

Inter cai para a Série B: Quem diria? Um dos poucos clubes de futebol que jamais havia sido rebaixado perdeu o posto neste ano. A péssima campanha no Brasileirão colocou o Inter na Série B de 2017.

Fim do jejum gremista: Foram 15 longos anos de espera, mas enfim os gremistas puderam voltar a gritar “É Campeão”. O título veio sobre o Atlético-MG na Copa do Brasil, dentro da Arena, em Porto Alegre.

Palmeiras campeão: Outro time que saiu da fila foi o Palmeiras, que voltou a vencer o Brasileirão depois de 22 anos.