Um dos seis sobreviventes do trágico acidente que vitimou a delegação da #Chapecoense, na última segunda-feira, o goleiro Jackson #Follmann passou por uma nova cirurgia nesta quinta-feira e não precisará ter a perna esquerda amputada. Logo que ele foi resgatado, a equipe médica identificou a necessidade de amputar a perna direita abaixo do joelho por conta dos ferimentos decorridos da queda da aeronave da Lamia, que matou 71 pessoas.

Segundo médico Ferney Rodríguez, que assinou boletim médico atualizando as informações do goleiro, ele seguirá sob "estrita vigilância" na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital San Vicente Fundación, de Rio Negro.

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Além de Follmann, outros dois tripulantes bolivianos sobreviveram ao trágico acidente além dos jogadores Neto e Alan Ruschel, que também seguem internados na Colômbia.

"Durante a nova cirurgia, a equipe médica evidenciou uma boa recuperação da amputação da perna direita. Na perna esquerda, as lesões estão evoluindo e não haverá a necessidade de uma nova amputação", informa o boletim divulgado pelo hospital e assinado por Rodríguez.

Na Colômbia, as autoridades brasileiras em conjunto com as famílias e diretores da Chapecoense trabalham para viabilizar a liberação dos corpos para o retorno ao Brasil. Haverá um velório coletivo, já anunciado pelo clube, no próximo sábado. O local será a própria Arena Condá, estádio da Chape, onde nomes como Danilo, Thiego, Cléber Santana, Ananias e Bruno Rangel - todos mortos na tragédia em Medellín - costumavam apresentar o seu futebol.

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A Aeronáutica da Colômbia concluiu, nesta quarta-feira, que o avião da empresa Lamia, que saiu de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, com direção a Medellín, na Colômbia, caiu por falta de combustível. Áudios vazados mostram uma conversa entre o piloto Miguel Quiroga e uma controladora de voo, em que o capitão alega "falha elétrica" e depois "falha total". Uma grande homenagem foi vista nesta quarta, no estádio Atanasio Girardot, na Colômbia, casa do Atlético Nacional, em memória às vítimas.