O grande nome do #Tênis brasileiro em #2016 foi Bruno Soares. E olha que a tendência era de uma temporada de adaptação, já que ele havia trocado de parceiro depois de um longo período ao lado do austríaco Alex Peya. Mas o entrosamento com o britânico Jamie Murray, irmão de Andy, foi extremamente veloz.

No primeiro grande torneio juntos, Bruno Soares e Jamie Murray brilharam. E o Brasil comemorou mais um Grand Slam em sua história. A dupla venceu o Australian Open, primeiro Grand Slam do ano, e repetiu a dose no US Open, em setembro. Os bons resultados fizeram Soares terminar em terceiro lugar no ranking de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais - ATP.

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Na simples, o principal tenista brasileiro viveu um ano de altos e baixos. Thomaz Bellucci encerra a temporada no 61° lugar, e vai lembrar para sempre do 6x0, o popular "pneu", aplicado em Novak Djokovic no Masters de Roma. No entanto, o sérvio acabou virando a partida e acabou com o sonho do brasileiro. O paulista ainda teve destaque nas Olimpíadas, chegando às quartas e só perdendo para Rafael Nadal.

O Brasil também comemora o fato de ter mais dois tenistas entre os cem melhores do mundo. Thiago Monteiro, que no Rio Open, em fevereiro, venceu "apenas" o badalado francês Jo Tsonga, é o 82° do mundo. Já Rogério Dutra Silva fecha 2016 no 98° posto. No feminino, o Brasil não teve destaque e viu Teliana Pereira, sua principal jogadora, descer no ranking. Ela agora está no 206° lugar e só é a terceira melhor brasileira, atrás de Paula Gonçalves (168) e Bia Haddad (174).

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