A diretoria do Palmeiras, representada pelo atual presidente Maurício Galiotte, tem um grande problema para resolver. Afinal, quem será o substituto de Gabriel Jesus para 2017? Um jogador para o lugar dele é considerado fundamental para ter chances de conquistar a Copa Libertadores do ano que vem. O torneio continental é o principal alvo da equipe e por isso as buscas continuam.

Alguns contatos já foram feitos. Miguel Borja, do Atlético Nacional, assusta pelos valores. Sem saber se terá o patrocínio com a Crefisa renovado, o Verdão por enquanto prefere manter o negócio congelado. Para ter Borja seria necessário desembolsar R$ 68 milhões, considerado valor altíssimo para os padrões do futebol brasileiro.

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Solução caseira

Se quiser, o novo técnico (Eduardo Baptista) pode dar mais chances para o atacante paraguaio Lucas Barrios. O atleta não deve ser mais negociado e continua tendo salários bancados pela Crefisa. Atualmente o valor mensal do atleta é de R$ 1 milhão.

Barrios recebeu algumas propostas, mas não aceitou reduzir seus vencimentos. O único caso que ele aceita ganhar menos é se for transferido para a Europa. Porém nenhum time europeu procurou o #Palmeiras ou a Crefisa para negociar.

Com Cuca, Barrios teve poucas chances. O estilo de jogo dele não se encontrava com o que o ex-técnico palmeirense queria. Inconformado, o atleta até foi na TV reclamar sobre a falta de chance no time titular. Mas depois ambos se acertaram.

Felipe Melo já acertou

O Palmeiras avançou bastante no negócio com Felipe Melo, da Internazionale.

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Com apenas 10 jogos no time italiano, o negócio ficou até 'fácil' de acertar. O Alviverde não confirmou quanto vai desembolsar, mas terá que pagar pelo menos parte do valor que o time italiano pagou para o Galatassaray-TUR na transferência: 3,5 milhões de euros.

O jogador acertou base salarial, tempo de contrato e luvas. Só falta viajar e assinar. Se de fato Felipe Melo confirmar sua chegada ao Palmeiras, a diretoria do São Paulo vai ficar frustrada. O atleta negociava até então com os tricolores, mas não houve acordo financeiro. #Mercado da bola #FutebolBrasileiro