Após dois anos com o #surfe brasileiro na crista da onda, com #gabriel medina, primeiro brasileiro campeão, em 2014, #adriano de souza, o Mineirinho vencedor do circuito em 2015, respectivamente, o país perdeu o domínio com a conquista desta temporada obtida pelo norte-americano John John Florence. E para recuperar a supremacia da Brazilian Storm, como os gringos passaram a chamar a legião brasileira que compete nas praias de todo o mundo, o país contará com nove surfistas em 2017 - a primeira etapa começa em 14 de março, na Austrália.

São eles: Gabriel Medina, Adriano de Souza (Mineirinho), Filipe Toledo, Ítalo Ferreira, Caio Ibelli, Wiggolly Dantas, Miguel Pupo, Jadson André e Ian Gouveia.

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Os dois últimos conseguiram o acesso à elite após grandes resultados no QS, a segunda divisão do surfe. Eles substituem Alex Ribeiro e Alejo Muniz, que não foram bem e acabaram rebaixados. Vale lembrar que Bino Lopes e Jessé Mendes estão em uma espécie de lista de espera para entrar na primeira divisão de 2017.

Conheça um pouco mais sobre a legião brasileira que vai em busca do terceiro título mundial no próximo ano, neste esporte que cresce cada vez mais no país.

Gabriel Medina

Campeão em 2014 com apenas 20 anos, fez temporada regular em 2015, acabando em terceiro. Após um princípio ruim em 2016, obteve resultados expressivos, como o título em Fiji e o vice na França e chegou a brigar pelo título da temporada até a penúltima etapa. No entanto, acabou novamente em terceiro lugar na classificação geral.

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Ano que vem será a sexta temporada do paulista.

Mineirinho

Detentor do título de 2015, Adriano Souza fez uma fraca temporada na sua defesa de título, ficando apenas na 11ª colocação geral, sem vencer uma etapa sequer. Distante da briga pelo título, sua esperança é de embalar uma sequência de resultados no início de 2017 para voltar a brigar pelo trono.

Filipe Toledo

Uma lesão na virilha durante um aéreo em Gold Coast, na Austrália, na primeira etapa do circuito, afastou Filipinho de outras duas disputas e o tirou da luta pelo caneco. Ainda assim, fez uma temporada de recuperação que o anima para um 2017 melhor.

Ítalo Ferreira

Uma temporada sem empolgar. Assim foi Ítalo Ferreira em 2016, após ser eleito o calouro do ano em 2015. No entanto, com dois terceiros lugares na perna australiana, além de outros resultados razoáveis ao longo do ano, o garantiram sem problemas na elite para o ano que vem, quando espera um melhor desempenho.

Caio Ibelli

A primeira temporada de Caio Ibelli foi positiva.

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Com a melhor classificação de um calouro, seu início o garantiu na elite para 2017. Isso porque, obteve três terceiros lugares e um quinto. Perdeu rendimento no decorrer do ano, mas acabou na 16ª colocação da classificação geral.

Wiggolly Dantas

Wiggolly Dantas escapou do rebaixamento na última etapa, no Havaí. Eliminado por Filipinho na terceira fase, secou os rivais e acabou dentro do top 22, em 20º. Suas melhores colocações no ano foram dois quintos lugares, em Bells Beach (Austrália) e Fiji.

Miguel Pupo

Será o sexto ano de Miguel Pupo na primeira divisão do surfe. E por pouco. Terminou em 13º no Havaí e precisou torcer contra os adversários para se manter no top-22. Em 2016, obteve dois quintos lugares como melhores resultados.

Jadson André

O potiguar Jadson André retorna à elite do surfe mundial graças a seu desempenho no QS, em que ficou no oitavo lugar. Já na elite, sua atuação não foi suficiente, já que seus melhores resultados foram apenas três nonos lugares.

Ian Gouveia

O único estreante brasileiro na elite em 2017, o pernambucano Ian Gouveia garantiu o nono lugar no QS (se classificam os 10 melhores) e, com isso, uma vaga na WSL. Filho do lendário Fábio Gouveia, um dos responsáveis pelo crescimento e valorização do surfe no Brasil, Ian tem o espírito das boas ondas e é a novidade da Brazilian Storm para a próxima temporada.