Um assunto vem chamando a atenção da mídia esportiva durante as últimas semanas. Trata-se da possibilidade do Corinthians contratar o marfinense Didier Yves #Drogba Tébily, mais conhecido como Didier Drogba, ídolo do clube inglês #Chelsea, com passagens importantes também pelo Olympique de Marselha (França) e pelo Galatasaray (Túrquia). O atleta também jogou por clubes da China e do Canadá e comandou a seleção da Costa do Marfim nas edições da Copa do Mundo de 2006 (Alemanha) e 2010 (África do Sul).

Drogba, sem dúvidas, construiu uma carreira notável no futebol; seus feitos mais importantes foram as conquistas do campeonato turco na temporada 2012/2013 e seus 4 títulos de campeão Inglês (04/05, 05/06, 09/10 e 14/15) e a conquista da Liga dos Campeões da UEFA na temporada 2011/2012, pelo Chelsea, além de diversas artilharias.

Suas principais características são: a força física, a capacidade de manter-se com a bola em seu controle, fazendo muitas vezes a função de "pivô", muito usada no Futsal, e a força do seu jogo aéreo, além, é claro, de ter faro de gol.

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Com todas essas qualidades e feitos ditos acima, contratar o atacante seria uma boa para qualquer clube brasileiro, não? Seria sim, se, de fato, o jogador fosse o mesmo de 10 anos atrás, pois Drogba era atacante de nível mundial, que poderia jogar em qualquer grande clube da Europa na época. Ocorre que atualmente o centroavante possui 38 anos (em março completa 39) e sua força física já não é a mesma; sua motivação em ganhar também não, pois ele já é um vencedor.

Por que o Corinthians quer apostar em Drogba, se ele está em declínio?

Apesar de o jogador não ser mais o mesmo de anos atrás, ele continua sendo melhor que qualquer um dos atacantes que compõem o elenco atual do clube paulista, e seu potencial de Marketing é grande, pois Drogba tem FUTEBOL e NOME DE PESO, ou seja, o retorno financeiro paga os custos e ainda pode gerar uma ótima receita ao clube, e, no aspecto futebolístico, pode contribuir muito para ajudar o #Corinthians em busca de títulos, caso se concretize a contratação.

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E aí, ainda tem dúvidas? Vale a pena contratar?