Em dezembro de 2013 uma tragédia assolou a família #Schumacher. Num grave acidente de ski, na França, o piloto que se chocou com árvores entrou em coma e desde então a família tem escondido o que realmente aconteceu com ele, qual o estado de saúde, até se realmente ainda está vivo.

Em maio de 2016, um médico que cuidou de Michael Schumacher disse ao News Every Day que o piloto estava pesando míseros 44kg e que sua morte era questão de tempo. Pouco tempo.

Dias depois o jornal espanhol "Marca" desmentiu a informação anterior dizendo que o estado de saúde era crítico, realmente o piloto estava com peso muito abaixo do convencional para sua altura, mas era estável, que não era possível prever a morte.

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Em meio a incertezas, já em novembro de 2016 a família criou um Instagram para o piloto no intuito de comemorar o 22º aniversário de seu primeiro título mundial.

Mas as incertezas só geram especulações. Chegaram a levara a hipótese que a família mantém o corpo de Schumi funcionando para garantirem as receitas dos patrocinadores que não o abandonaram. E para acabar com isso, amigos e pessoas mais próximas defendem a publicação da "verdade" sobre o estado do piloto.

Nesta quarta foi divulgada entrevista feita pela revista conterrânea de Schumi, Bunte com seu ex-agente e amigo Willi Weber que cobra da família a divulgação de informações sobre ele.

"Lutei por muito tempo, para que a família de Schumacher falasse a verdade sobre ele. Mas (…) não escutaram meu conselho", disse Weber, sugerindo que existe uma verdade oculta na história.

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Willi Weber não tem contato e não trabalha com Schumi desde 2012. Quando ocorreu o acidente manteve contato com a família, fez visitas, conversou com pessoas ligadas e deu conselhos. Entretanto ele afirma que a família esconde sobre o estado e sugere que o heptacampeão esteja realmente a fio.

"Quando estou sentado em meu sofá e toca o telefone (...) muitas vezes penso que será Michael me perguntando como estou", contou que também se prepara para um pior.

Schumacher é tratado em casa, longe de holofotes

Os parentes decidiram logo depois de existir a possibilidade, em setembro de 2015, transferir o piloto para casa. Foi montada uma UTI que custou (até 2016) cerca de 50 milhões na residência, incluindo equipamentos e todo a operação e cuidados médicos. Os gastos com o piloto geram despesa de R$1,5 milhão mensais, mas a família disse que alguns patrocinadores não o abandonaram, sugerindo que os custos são bancados dessa forma. #sistema de saúde #Fórmula 1