#Cicinho não é mais jogador do Sivasspor, da Turquia, e está disponível no mercado da bola desde o último dia 31 de dezembro. A preferência do lateral-direito, de 36 anos, é jogar pelo São Paulo, clube onde se destacou e foi campeão da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes em 2005.

O jogador sempre deixou claro que gostaria de retornar ao Tricolor, no que seria sua terceira passagem pelo clube paulista. Esse desejo de voltar tem a ver com a segunda passagem de Cicinho pelo time.

Em 2010, emprestado pela Roma, da Itália, ele atuou por seis partidas. Nem de longe o jogador obteve o sucesso da primeira passagem.

Publicidade
Publicidade

Em entrevistas recentes, Cicinho culpou o álcool pelo insucesso na volta ao clube que o projetou nacionalmente e o levou à Seleção Brasileira e ao Real Madrid.

Hoje, depois de vencer o alcoolismo e um quadro de depressão, Cicinho é evangélico e sonha em retornar ao São Paulo.

Entrevista

Nesta quinta-feira (5), Cicinho participou de um programa do canal Esporte Interativo. Sobre ligação de Rogério Ceni, novo técnico do time paulista, o lateral-direito comentou que Ceni só ligou para o jogo festivo em homenagem ao goleiro, no final de 2005. “Para contratar, ele não me ligou ainda não”, disse o lateral.

“Eu me sinto competitivo, tenho condições de jogar mais ou um dois anos em alto nível. Eu sou um cara muito temente a Deus, eu tenho orado muito, Deus conhece meu coração, sabe desse desejo de jogar no São Paulo novamente, mas eu não deixo com que isso suba ao meu coração.

Publicidade

Eu estou tranquilo, com os pés no chão”, afirmou o jogador.

Cicinho

Dentro do possível, o São Paulo tem tentado montar uma equipe competitiva sem gastar muito para a temporada de 2017. Entre os nomes contratados está o de Cícero, que jogou com Rogério Ceni no tempo em que o atual treinador era o dono da camisa 01 do Tricolor.

Caso contrate Cicinho, não precisaria pagar a multa e o jogador poderia aceitar um contrato de produtividade. A torcida do São Paulo não é unânime em relação à volta do jogador, mas o apoio a ele parece ser maior do que as críticas.

Resta saber se a diretoria vai atrás ou não. #São Paulo FC #Mercado da bola