A diretoria do Palmeiras ainda continua resolvendo alguns problemas do elenco. Depois de acertar a contratação de Hyoran (Chapecoense), Keno (Santa Cruz), Raphael Veiga (Coritiba), Felipe Melo (Internazionale) e Alejandro Guerra (Atlético Nacional), chegou a hora de se desfazer de alguns nomes.

Em 2015, quando Alexandre Mattos chegou ao clube para comandar o #Futebol, foi necessário entrar 'de cabeça' no #Mercado da bola. Várias contratações foram feitas e algumas delas não vingaram. Além disso o clube já tinha alguns nomes que foram promovidos da categoria de base e efetivamente não teriam mais chances no futebol profissional.

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Nesta semana o #Palmeiras resolveu o caso de mais um ativo: Luiz Gustavo, volante que foi promovido em 2012 com Luiz Felipe Scolari, foi emprestado para o time alemão do Munique 1860. Após a confirmação, o atleta revelou que estava 'muito feliz' com o negócio.

Gustavo também joga como lateral e zagueiro, mas não teve boas apresentações no Alviverde. O jogador passou a temporada de 2016 no Avaí e saiu elogiado.

Borja?

Apesar de já ter garantido que o Palmeiras está fora do mercado da bola, o clube ainda busca um centroavante para a disputa da Copa Libertadores 2017. Miguel Borja, parceiro de Guerra no Atlético Nacional, ainda interessa. Em entrevista recente para a Rádio Caracol, da Colômbia, o jogador disse que ainda aguarda um desfecho positivo com o clube brasileiro, apesar de ter proposta do Genoa-ITA.

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Uma proposta do futebol chinês ainda é aguardada e o atleta já se reapresentou com o elenco colombiano para treinar.

O Atlético pediu cerca de R$ 60 milhões para se desfazer do jogador. O valor foi considerado altíssimo por Alexandre Mattos, que ainda negocia valores menores. Se fechar com Borja, o Palmeiras terá a ajuda da Crefisa, atual patrocinadora. A empresa, aliás, já assinou uma carta de intenção para renovar o contrato por mais dois anos e garantiu mais R$ 23 milhões de adiantamento ao clube, que já pagou algumas dívidas pontuais e deve concluir mais alguns negócios.