Os jogadores brasileiros sempre movimentam as janelas de transferência do exterior. Ao chegarem ao novo país, a maioria dos atletas sofre para se adaptar, principalmente por causa da língua e da cultura. Confira abaixo cinco micos que boleiros brasileiros já passaram no exterior.

Intérprete em Portugal?

No ano de 1997, o ex-volante Amaral assinou contrato para defender o Benfica, de Portugal. Segundo o ex-jogador, ao verificar o contrato viu que tinha carros, passagens e etc., mas o então jogador sentiu falta de um detalhe: um intérprete. O que aconteceu foi que ele não percebeu que em Portugal também se falava português.

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Mas o intérprete fez falta. Amaral lembrou que pediu “durex” na secretaria do clube, sem saber que em Portugal a palavra significa “camisinha”.

Quem é apartheid?

No ano de 1996, a seleção brasileira foi até a África do Sul, em Johanesburgo, mais precisamente, onde iria disputar um amistoso contra a seleção local. Ao ser abordado por um repórter no desembarque, o então volante Amaral foi perguntado sobre o problema do apartheid. Sem saber do que se tratava, o jogador respondeu: ''Se for um jogador perigoso, é só fazer marcação individual nele''.

Chegou chegando

Michel Bastos foi apresentado como reforço da Roma, em março de 20014, e justo no seu primeiro contato com a torcida, o lateral/meia levantou um cachecol que continha um xingamento a Lazio, maior rival da Roma. Após a repercussão da polêmica, o atleta falou que o cachecol foi jogado por um torcedor e que não sabia o que estava escrito.

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Na base da mímica

Aloisio Chulapa se transferiu para o futebol francês em 1999, quando foi defender o Saint-Etienne. Um certo dia, o jogador saiu para jantar com o seu companheiro de clube, Alex Dias. Ao chegar no restaurante, a dupla decidiu que queria comer frango, mas falharam na missão de se comunicar com o garçom. Então os dois se levantaram dos seus acentos e começaram a imitar galinhas, balançando os braços e gritando “cocoricó”.

Jogador de futebol?

Após muitos anos de carreira, o ex-goleiro e ídolo palmeirense Marcos é cheio de histórias engraçadas. Ele relembrou uma viagem ao lado do também ex-goleiro Veloso, em que foram abordados por argentinos. Os hermanos perguntaram “arqueiros?", querendo saber se eles eram goleiros. O ex-lateral Junior interrompeu e respondeu: “Não, futebol, #Palmeiras, Brasil”. #Futebol Brasileiro #Futebol Internacional