O Palmeiras está muito próximo de confirmar mais um reforço para a temporada 2017. Depois de trazer Hyoran, Keno, Raphael Veiga, Alejandro Guerra e Felipe Melo, o clube paulista deve bater o martelo pelo atacante colombiano Miguel Borja, de apenas 24 anos.

A negociação começou há cerca de 60 dias e teve muitos altos e baixos. O #Palmeiras esteve perto do anúncio, mas desistiu de levar para frente após forte assédio europeu. Borja não quis jogar na Europa e também negou algumas propostas da China.

Na última semana, após o fechamento da janela de transferências internacionais, Alexandre Mattos melhorou a proposta e ficou mais próximo novamente.

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O Palmeiras ofereceu US$ 11 milhões (R$ 34,33 milhões) por 70%, mas o Nacional rebateu e confirmaria o negócio se fosse apenas 50%. O Verdão recuou, mas percebeu que outra proposta chinesa chegou ao jogador: R$ 87 milhões por 100%.

Nesta quarta-feira (8), na sede social do Palmeiras, foi concedido um almoço para os conselheiros para comemorar a assinatura do novo contrato de patrocínio entre Palmeiras e Crefisa/FAM. Mattos estava presente e estava portando algumas malas. Questionado, o executivo disse que estava com viagem marcada para a Colômbia, onde tentaria fechar com Miguel Borja e com o Atlético Nacional. Os valores, ou novos valores, não foram divulgados.

O time colombiano resolveu não inscrever Borja para a estreia do Campeonato Colombiano. A não inscrição do atacante gerou um enorme “zunzunzum” no Brasil, e palmeirenses invadiram as redes sociais do jogador desejando as boas vindas.

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A atitude do Atlético demonstra um avanço forte no negócio entre o Palmeiras e o jogador.

Maurício Galiotte, novo presidente do Palmeiras, foi questionado sobre o negócio e resolveu dar uma resposta bastante simples: "Enquanto não estiver tudo no verde e branco, não posso falar nada". Na coletiva, tanto ele quanto Leila Pereira (presidente Crefisa e FAM) deram algumas risadas e indiretas durante os questionamentos. A patrocinadora do Verdão prometeu ajuda financeira para concretizar o negócio. #Futebol #Mercado da bola