A semana começou com a dança dos técnicos agitada no mercado europeu. Dois gigantes anunciaram a saída de seus treinadores e um terceiro time, ao que tudo indica, irá renovar com seu técnico, que nos últimos tempos vinha sendo muito contestado pelos torcedores.

Dois dias depois de garantir o vice-campeonato italiano, o Roma anunciou que Luciano Spalletti não seguirá dirigindo o time. Mesmo com a boa campanha, ele vinha sendo muito contestado e foi vaiado em jogo que marcou a despedida de Totti, no último domingo (28). A saída foi em comum acordo entre as partes. Com isso, ele encerrou sua segunda passagem pela equipe da capital.

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Antes já havia treinado o time, entre os anos de 2005 e 2009.

Em sua despedida, o agora ex-treinador fez questão de agradecer ao clube e disse acreditar que fez um bom trabalho. Ele está sendo cotado para assumir a Internacionale, que na temporada que se encerrou no último final de semana teve nada menos que três técnicos. Já o nome mais forte na Roma é o de Eusebio Di Francesco, atualmente no Sassuolo.

Outro gigante europeu a trocar de comando é o Borussia Dortmund. Campeão da Copa da Alemanha no sábado passado, o treinador Thomas Tuchel afirmou por meio das redes sociais que não ficará mais no banco de reservas do time amarelo. Ele chegou ao clube para substituir Jürgen Klopp e tinha mais um ano de contrato. Antes, o próprio clube já havia comunicado a saída do técnico, afirmando que a decisão foi fruto de uma conversa entre o próprio Thomas, O CEO da equipe Hans-Joachim Watzke, e o diretor esportivo Michael Zorc.

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Nesta temporada, o Borussia passou longe da briga pelo título da Bundesliga, terminando a competição apenas na terceira posição, mas garantindo vaga na fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa, competição que o time, nesta temporada, parou nas quartas de final.

Mais duas temporadas

Enquanto isso, na Inglaterra, o correspondente da ESPN Brasil João Castello Branco afirmou que o contestado Arsène Wenger renovou por mais dois anos com o #Arsenal. Caso a informação se confirme e ele cumpra esse novo acordo até o final, o francês completará quase 23 anos à frente dos Gunners.

Durante o ano, Wenger foi alvo de vários protestos, que se intensificaram com a queda de rendimento da equipe, que deixou o time londrino fora da Liga dos Campeões da Europa pela primeira vez nos últimos 20 anos. A seu favor, pesou o fato do treinador ter vencido no último sábado a Copa da Inglaterra, a terceira conquista em quatro anos. #Dança dos Técnicos #Futebol Internacional