Durante um jogo da terceira divisão do Campeonato #Gaúcho, disputado nesta quarta-feira (3), o atacante Marlon, do Sapucaiense, foi detido pela Polícia Militar enquanto sua equipe enfrentava o Farroupilha, no estádio Arthur Mesquita Dias, em Sapucaia do Sul, pela nona rodada da competição. A prisão ocorreu por volta dos 15 minutos de jogo e o atleta, que estava no banco de reservas, não ofereceu resistência, sendo levado para a delegacia algemado e ainda vestindo o uniforme do clube. Segundo o delegado Cesar Carrion, da 2ª Delegacia de #Polícia de Porto Alegre, Marlon possui quatro mandados de prisão preventiva. O jogador de 21 anos é acusado de assalto e sequestros praticados na capital do estado e já tinha sido preso em 2016, acusado de receptação.

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Ele negou que tenha praticado os crimes, alegando que era apenas jogador de #Futebol.

O presidente do Sapucaiense, Chico Christianetti, disse a uma rádio gaúcha que jamais suspeitou do jogador. Surpreso, ele afirmou que o atacante sempre teve bom comportamento, que cumpria com suas obrigações e que se soubesse de qualquer atitude suspeita jamais o teria inscrito no campeonato. Ele estava no clube desde as categorias de base.

O dirigente ainda analisou que a prisão poderia ter ocorrido em outra hora, mas ressaltou que o clube a partir de agora adotará medidas preventivas para evitar que esse tipo de situação se repita, como, por exemplo, verificar a ficha corrida dos atletas. Segundo ele, esse acontecimento foi muito chato para um clube que está em reconstrução.

A partida terminou empatada em 1 a 1, com Fuca marcando para o time visitante aos 34 minutos do primeiro tempo e Luís empatando aos 11 do segundo.

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Foi preso no vestiário

Há dois meses, outro jogador profissional foi detido, prestes a entrar em campo. Ainda nos vestiários e se preparando para um jogo do campeonato do Distrito Federal, o atacante do Brasiliense Souza, que defendeu São Paulo, Grêmio e Paris Saint Germain, dentre outros clubes, foi preso pela Polícia Federal em razão de crime tributário.

A detenção se deu por conta de um processo de 2015, onde seu nome estaria ligado a crimes de ordem tributária no período em que atuou fora do Brasil. Como não era encontrado nos endereços apresentados no processo, a Justiça entendeu que o jogador agia de forma premeditada com o intuito de não ser localizado pelas autoridades. No dia seguinte a sua detenção, o jogador recebeu um habeas corpus e foi colocado em liberdade.