Jogando no estádio Rei Pelé, em Alagoas, na noite desta sexta-feira (23), o #Paysandu sofreu sua quarta derrota no Campeonato Brasileiro da Série B, e só não entrou ainda na zona de rebaixamento em função dos critérios de desempate. No entanto, isso pode acontecer ainda neste sábado, quando haverá o complemento da décima rodada. E para se recuperar o quanto antes, a diretoria do Papão anunciou na manhã deste sábado (24), a contratação do técnico Marquinhos Santos.

O último trabalho de Marquinhos havia sido à frente do Fortaleza, quando acabou demitido, após ficar fora das semifinais do Campeonato Cearense. No ano passado ele havia dirigido o Figueirense, que estava na Série A, mas decidiu ir para a equipe do Nordeste, que na ocisão estava nas quartas de finais da Série C, onde acabou eliminada pelo Juventude.

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Além de já ter comandado a categoria sub 15 da Seleção Brasileira, possui três títulos estaduais, conquistados entre 2013 e 2015 à frente de Coritiba, Bahia e Fortaleza, nessa ordem.

O novo comandante ser apresentará já na próxima segunda-feira (26) e no período da tarde concederá entrevista exclusiva. Junto com ele, também chega o auxiliar Edison Borges, dessa forma, Rogerinho Gameleira, que dirigiu a equipe nas duas últimas rodadas de maneira interina, volta a integrar a comissão técnica permanente.

O primeiro desafio de Marquinhos à frente do time bicolor será na sexta-feira (30), contra o Luverdense, outro time que está brigando contra o rebaixamento.

Por que demorou?

O acordo com Marquinho Santos já estava praticamente definido desde o início da semana, no entanto, algumas lideranças do time pediram que Edison Borges tivesse um tempo a mais de oportunidade dirigindo a equipe, podendo até mesmo ser efetivado no cargo, no entanto, em dois jogos a equipe obteve apenas um ponto, o que foi suficiente para a diretoria fechar definitivamente com o novo comandante.

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Merecia o empate

Em seu último jogo no comando do Paysandu, o técnico Edison Borges atribuiu a derrota, por 2 a 1 para o CRB, à falta de concentração do time no começo da segunda etapa. Para o interino, a equipe merecia ao menos sair do estádio Rei Pelé com um empate.

“Se tivéssemos voltado (para o segundo tempo) da mesma forma que encerramos o primeiro tempo, não teríamos levado dois gols rápidos”, analisou Borges. Para ele essa falta de concentração nos primeiros 15 minutos foi determinante para o resultado negativo em Alagoas. #Série B #Dança dos Técnicos