A 11ª rodada do Campeonato Brasileiro não causou apenas a demissão de Rogério Ceni. Um dia após o empate em 3 a 3 com o Fluminense, nesta segunda-feira à noite (3), no Rio de Janeiro, a #Chapecoense colocou um ponto final à passagem de Vagner Mancini na Arena Condá.

As informações são do site Globo Esporte. Ainda de acordo com a reportagem, o time catarinense ainda não havia emitido uma nota oficial, mas relatou que o agora ex-técnico foi informado da decisão na manhã desta terça-feira (4).

Depois de um começo promissor na competição, aonde até mesmo chegou a liderar, a Chape vem caindo de produção dentro do Campeonato Brasileiro, já acumulando quatro jogos sem vitória, o que lhe derrubou para uma perigosa 14ª colocação, com 14 pontos, três a mais que o São Paulo, primeiro time dentro da zona de rebaixamento.

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Eliminada na Copa do Brasil pelo Cruzeiro e ainda na fase de grupos da Libertadores, em razão da escalação irregular de um jogador, a equipe catarinense estreou com derrota na Copa Sul-Americana ao ser batida pelo Defensa y Justiça, na Argentina, por 1 a 0.

Segue a dança dos técnicos

Com a demissão de Mancini, a #Dança dos Técnicos do Campeonato Brasileiro segue a todo o vapor, com oito times já tendo trocado de comando, sob as mais diversas razões. A fila foi puxada por Paulo Autuori, que não chegou a ser demitido do Atlético Paranaense, mas trocou de função, passando a exercer o cargo de gerente de Futebol. Para o seu lugar foi contatado Eduardo Baptista.

Em seguida, foi a vez de Nei Franco ganhar cheque azul no Sport Recife, mas a demissão se deu mais por conta da derrota para o Bahia na final da Copa do Nordeste.

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Vanderlei Luxemburgo foi o escolhido para ser seu substituto. Aliás, o Bahia foi outro a ficar sem treinador após Guto Ferreira aceitar o convite para dirigir o Internacional na Série B. Jorginho foi chamado para assumir o Tricolor.

Maior rival do Bahia, o Vitória, também não passou ileso da dança dos técnicos. Após iniciar o campeonato com Petkovic no comando, o sérvio voltou ao posto de dirigente e chamou Alexandre Gallo para ocupar a função. Outro rubro-negro a trocar de comando foi o Atlético Goianiense, que demitiu Marcelo Cabo e chamou Doriva para seu lugar.

No mesmo final de semana da queda de Marcelo Cabo, a dança dos técnicos continuou. No estado de São Paulo, o primeiro a mudar de comando foi o Santos, que demitiu Dorival Júnior, técnico que estava há mais tempo no comando de um time de Série A. Levir Culpi foi contratado para o seu lugar.

Já na segunda-feira (3), foi provado que nem mesmo a condição de ser o maior ídolo de um clube resiste a uma sequência negativa quando a diretoria do São Paulo decidiu dispensar Rogério Ceni. #Brasileirão