O Palmeiras começou 2017 sob o comando do técnico Eduardo Baptista. O treinador até teve um bom desempenho nos números, mas a eliminação para a Ponte Preta no Campeonato Paulista (perdeu o primeiro jogo em Campinas por 3 a 0) e a derrota para o Jorge Willisteman por 3 a 2 na Copa Libertadores culminaram em sua demissão. Não teve jeito e foi pressão por todos os lados. Maurício Galiotte, presidente do clube, recebeu centenas de ligações de conselheiros, diretores e sócios do clube pedindo que o facão 'rolasse solto' na comissão técnica.

Quando concluiu a demissão, o #Palmeiras foi atrás de Cuca. Após sagrar-se Campeão Brasileiro em 2016, Cuca disse que não trabalharia por um período para cuidar de situações familiares.

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Aceitou voltar ao Alviverde e pediu alguns reforços. Para o ataque, principalmente. O treinador não cansou de reiterar que precisava de um reforço para fazer sombra à Miguel Angel Borja, que veio do Atlético Nacional-COL e estava (está ainda) sofrendo com a adaptação.

Alexandre Mattos, executivo de #Futebol do clube e com carta branca para contratações, foi atrás de Richarlison, do Fluminense. A negociação ficou próxima de um desfecho positivo para o Palmeiras, mas o clube carioca conseguiu convencê-lo a ficar nas Laranjeiras. O único resultado positivo foi que o atacante não defendeu o Flu contra o Palmeiras e o jogo terminou com vitória por 3 a 1 para o Alviverde, ajudando a melhorar o rendimento no Nacional.

Depois de Richarlison foi a vez de tentar Diego Souza. Mesmo não sendo um atacante de ofício, o nome agradou Cuca.

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Mas a negociação novamente não evoluiu. Diego recebeu proposta de aumento salarial e ficou na Ilha do Retiro.

Nesta terça-feira (11), finalmente o Palmeiras concluiu a chegada de um novo reforço para o ataque. Trata-se de Deyverson, que estava no Alavés, da Espanha. O curioso é que o nome dele não vazou em nenhum momento e a negociação durou mais de quarenta dias, bastante tempo se compararmos com o padrão dos negócios atuais.

Cuca indicou o nome do jogador por se tratar de ter três adjetivos principais: rápido, guerreiro e definidor. Além disso ser brasileiro ajudará bastante na questão adaptação, quesito que Borja está com dificuldades de adquirir até hoje. Filipe Dias, empresário de Deyverson, disse que existiram diversas propostas de fora da Espanha e também da América do Sul. A ideia inicial não era sair da Europa, mas a proposta palmeirense e o projeto apresentado agradaram o jogador. #Mercado