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O Palmeiras [VIDEO], atual Campeão Brasileiro, chama a atenção de clubes do exterior. Desde que confirmou a conquista da taça em 2016, o clube paulista perdeu apenas dois jogadores para o mercado: o atacante Gabriel Jesus, que já estava apalavrado com o Manchester City, e o zagueiro Vitor Hugo, que migrou para a Itália para vestir a camisa da Fiorentina.

Para a vaga de Jesus, o clube trouxe Miguel Borja e Deyverson. Já para o lugar de Vitor Hugo vieram Juninho, do Coritiba, e Luan, do Vasco. Além disso o clube tem o jovem Antônio Carlos, cria das categorias de base.

Alexandre Mattos, executivo de #Futebol, é sempre muito contundente em responder quando perguntam sobre propostas.

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"Ninguém vai sair até dezembro," garante. Mas o caso do volante Felipe Melo abriu uma exceção no meio do caminho, e o atleta está em processo de negociação com time turco. Apesar da preferência de continuar por aqui, no Brasil, Melo pode se transferir novamente para o país onde defendeu o Galatassaray.

Dirigente italiano fará proposta

Representante do Sampdoria está no Brasil e está tentando marcar bate papo com Mattos. A ideia dele é levar o zagueiro Yerry Mina por R$ 48 milhões ou 9 milhões de euros. Dinheiro não falta: os italianos venderam recentemente Skriniar para a Inter de Milão e embolsaram surpreendentes R$ 74 milhões (20 milhões de euros).

O #Palmeiras não parece muito interessado no negócio. Mattos não está aceitando conversar, conforme adiantou Jorge Nicola. O que para os italianos é uma proposta irrecusável, para o Verdão compensa mais esperar até o ano que vem e concluir a venda para o Barcelona, conforme conversa já sacramentada.

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Se topar vender, o Verdão ganhará três vezes mais do que gastou com o atleta. Na época em que Paulo Nobre ainda presidia o clube, o Palmeiras gastou R$ 12 milhões para confirmar a chegada de Mina, já sabendo das qualidades do atleta e do poderoso poder de revenda.

De acordo com algumas informações de bastidores, o Palmeiras aceita vender Mina de imediato se a proposta beirar os R$ 60 milhões. Menos que isso a diretoria prefere aguardar.

Um dos fortes motivos para barrar a venda atual é a disputa da Copa Libertadores da América. O clube paulista investiu mais de R$ 100 milhões junto com a patrocinadora, a Crefisa e a FAM, justamente para conquistar mais uma edição do torneio continental. Ser campeão e disputar o Mundial é o sonho do presidente, do dirigente, da comissão técnica e de toda torcida alviverde pelo Brasil e pelo mundo.