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Ao assistir a um jogo de futebol pela TV, seja aberta ou fechada, é comum, momentos antes, durante e após as mesmas aparecerem várias propagandas dos mais variados gêneros, seja cerveja, posto de gasolina, operadoras de celular, bancos, lojas e automóveis. E quanto custa tudo isso? O site Meio & Mensagem revelou nesta semana quanto cada anunciante deverá desembolsar para anunciar as transmissões de futebol da Rede Globo em 2018, isso sem contar a Copa do Mundo, cujos pacotes serão vendidos separadamente.

O pacote gira em torno de 100 partidas por ano, e contempla Amistosos da Seleção Brasileira, Campeonato Brasileiro, Estaduais, Copa do Brasil, Libertadores, Sul-Americana e Liga dos Campeões da Europa, esta última exibida pela emissora a partir das quartas de final.

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Cada cota de patrocínio sairá em torno de 230 milhões de reais. O valor contempla isenções antes, durante e depois das partidas, além de quase todos os programas jornalísticos da casa e chamadas ao longo da programação anunciando os jogos. Esses valores não levam em conto possíveis descontos nas negociações.

Neste ano, as seis cotas foram vendidas para Banco Itaú, Chevrolet, Ricardo Eletro, Ambev, Johnson & Johnson, e a operadora de celular Vivo. Estas empresas terão prioridade na renovação para a temporada de 2018.

Apesar de ter mais que dobrado nos últimos dez anos, o valor cobrado para 2018 é um pouco inferior ao de 2017, cada empresa pagou 283 milhões de reais, porém isso não tem nenhuma relação com crise ou desvalorização do futebol. Acontece que a próxima temporada haverá a #Copa do Mundo, o que provoca uma redução do calendário e consequentemente há o desvio de atenção do público.

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Para o Mundial da Rússia, a emissora disponibilizou seis cotas, no valor de 180 milhões.

Mais que dobrou

Apesar do alto custo das cotas ser questionado pelas agências e anunciantes, os profissionais da publicidade são unânimes ao afirmar que mesmo alto, ele é um dos mais eficazes na mídia televisiva. De 2008 pra cá, os valores das cotas mais que dobraram.

Em 2008, a emissora comercializava cinco contas de patrocínio, que foram adquiridas por Volkswagen, Casas Bahia, Banco Itaú, Ambev e Vivo. Naquele ano, cada empresa pagou cerca de 108 milhões de reais. Em 2011, a emissora passou a comercializar seis cotas, ao custo cada uma de 134 milhões. Em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, cada anunciante desembolsou 185,5 milhões, contra 192,5 do ano anterior. Em 2016 cada cota custou pouco mais de 245 milhões de reais. #FutebolBrasileiro #Brasileirão