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O clima nos vestiários no Paris Saint-Germain [VIDEO] nem de longe ostenta a tranquilidade que os jogadores do time tentam demonstrar. A cada dia surgem novas notícias – algumas sem fundamento, é verdade -, sobre os bastidores do time. A última delas, publicada pelo jornal espanhol El País, disse que Nasser Al-Khelaifi, dono do clube, teria oferecido a Cavani um milhão de euros para abrir mão de ser o cobrador oficial de pênaltis da equipe. O uruguaio teria se irritado com a “proposta indecente” e recusado a oferta.

O valor oferecido refere-se ao bônus caso o jogador seja artilheiro do Campeonato Francês. Em resposta à oferta, Cavani teria dito que o direito de ser o cobrador de pênaltis da equipe havia sido conquistado por mérito.

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O jornal relata ainda que o presidente do PSG teria falado com #Neymar sobre a recusa do uruguaio e teria pedido a ele deixar o companheiro seguir cobrando as penalidades, pois o mesmo “vive de gols”.

A reportagem revelou ainda que a maior parte do elenco teria ficado ao lado de Cavani após o episódio contra o Lyon e que Daniel Alves foi um dos poucos a se posicionar a favor do compatriota. Por fim, o jornal ainda falou sobre o jantar oferecido por Daniel Alves após a polêmica. Apesar de Thiago Silva afirmar que o evento já estava programado e nada teve relação com as recentes polêmicas, o jornal destacou que ele teria sido “tão animado quanto um funeral”.

No último sábado (23), Neymar foi poupado na partida do PSG, fora de casa, contra o Toulouse e perdeu os 100% de aproveitamento dentro do Campeonato Francês ao ficar no empate em 0 a 0.

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O time volta a jogar nesta quarta-feira (27), contra o Bayern de Munique, pela segunda rodada da fase de grupos da Champions League.

Clima destruído

O jornal também revelou que a contratação de Neymar, ao custo de 222 milhões de euros, simplesmente destruiu o clima nos vestiários da equipe francesa. Segundo o El País, o presidente Nasser Al-Khelaifi teria ficado desesperado ao tomar ciência da investigação da UEFA por conta do fair play financeiro, que pode causar pesadas punições ao clube, como a exclusão de competições europeias, e teria ligado para vários jogadores, tentando negociá-los às pressas.

Di María, Pastore, Matuidi, Lucas Moura, Draxler, Ben Arfa, Aurier e até o brasileiro Thiago Silva teriam entrado na lista de “negociáveis”. No entanto, o único a deixar a equipe foi Matuidi, que acabou indo para a Juventus por 20 milhões de euros, menos de 10% do valor pago por Neymar.

"Todos os integrantes do plantel se sentiram tratados como mercadoria em troca de abrir espaço para Neymar. "Quem ele acha que é? Messi?”, relatou o texto, citando a indagação dos jogadores do elenco, que teriam ficado indignados, incluindo Cavani. Vendo que a situação tinha ficado ruim, o mandatário do clube ainda tentou remediar, voltando a ligar para os jogadores, afirmando agora que eles eram inegociáveis. Mas o estrago já estava feito. #Futebol Internacional #PaixãoPorFutebol