A corrente do pecado e o rio de salvação correm lado a lado, não precisamos ser pecadores aos olhos dos homens para estarmos perdidos.  Naturalmente, há diferença de grau no pecado, mas não no fato do pecado e em seus resultados, pois "o salário do pecado é a morte". Uma pessoa que se afoga em 2 metros de água está tão morta como se estivesse afundado em 20 metros de água. Em nossa capacidade de salvar a nós mesmos, estamos todos no mesmo nível porque não há distinção. 

Vamos ver como podemos viver como cristãos. Uma coisa é aceitar o que Cristo fez por nós, outra coisa é experimentar os seus ensinamentos e vivenciá-los de maneira pessoal e real.

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Digamos que um parente seu tivesse depositado a você uma certa quantia em dinheiro em um banco, para você fazer uma viagem, você certamente contaria com essa quantia, mesmo que ainda não tivesse visto o dinheiro. Se duvidasse e não sacasse o dinheiro, ele nunca seria seu. Uma vez que o considerasse seu assinaria o cheque e o receberia. Assim, aquilo que nunca tinha visto se tornaria realidade. Quando consideramos as coisas reais elas se tornam reais. 

Quando renunciamos a nossa vida, para vivermos segundo a vontade de Deus, Ele Vive em nós, e você acaba se tornando um vitorioso, cheio de toda sorte de bençãos, pois Cristo opera a vontade D'Ele em você e por meio de você, através do Seu Espirito Santo, passe da vida cheia do "eu", para a vida cheia do Espírito Santo, precisamos submeter a nossa vida a ele, essa é a nossa parte.

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A vida do cristão precisa ser vivida em relação a Deus, a si próprio e ao próximo. Talvez até aqui você tenha se surpreendido, pelo fato de não termos que fazer nada senão crer em Cristo e submeter-nos a ele para que nos use como desejar. Agora devemos servir. Pouco fazemos para Deus antes de sermos salvos por sua graça e transformados pelo seu amor. Quando nos entregamos a Cristo e nos enchemos do seu amor, podemos achar muito para fazer. Muitos estão prontos para "morrer" por ele, mas poucos estão prontos para viver para ele.

A maravilhosa igreja de Corinto, a joia brilhante na coroa do trabalho estava falhando. Tudo porque o mundanismo (carnalidade) da cidade introduzira-se em seu meio. Era importante que a igreja entrasse em Corinto, mas era desastroso que Corinto tivesse entrado na igreja. É um belíssimo espetáculo ver-se um navio sendo lançado ao mar, mas é uma visão trágica ver o mar entrando no navio. A igreja de Cristo deve agir como luz num lugar escuro. Ai dela porém quando a corrupção do mundo a invade.

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Certos costumes comuns naquela cidade pervertida logo penetraram na igreja. Surgiram divisões entre seus membros: cristãos que levavam outros cristãos perante a justiça do mundo; o procedimento de muitos na celebração da ceia do Senhor era vergonhoso; na igreja, as mulheres já não observavam os padrões de modéstia; havia discussões entre seus membros sobre casamento e dons espirituais. Finalmente, a igreja escreveu a Paulo, autor das cartas aos Coríntios, sobre essas coisas e pediu-lhe orientação. As duas cartas aos Coríntios foram escritas para responder as indagações da igreja naquela época. 

O maior perigo que a igreja de Corinto estava exposta vinha de dentro. Paulo fala primeiro em divisões e grupos. Nada destrói mais a vida de uma igreja do que a política de partidos. O "partido de Cristo", se apegavam a esse nome como se ele não pertencesse a todos da igreja. A dissensão em relação a guias religiosos revelava que a igreja havia perdido o alvo. Há um só guia na igreja, e esse guia, Cristo, é o centro. Se a igreja se desviar desse centro, perderá o rumo e tudo mais. #Entretenimento