Não existe nenhum outro país do mundo tão estigmatizado como celeiro sexual como o Brasil. A música, o clima e até mesmo a forma de andar balançando os quadris sutilmente cria uma atmosfera envolvente que leva qualquer cidadão do mundo a admirar-nos, as brasileiras.

Porém, como tudo no mundo, sempre haverá maioria e minoria. E a pergunta: toda brasileira expira essa sexualidade?

Quem vive no Brasil e é brasileira sabe o grande moralismo e machismo que impera nas famílias brasileiras de todas as classes. As meninas já nascem instruídas a cuidar de casa, aconselhadas a se vestir de forma comportada e alertadas com ameaças de uma possível fama de "namoradeira".

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Na última década, as mulheres brasileiras estão confrontando esses paradigmas que são impostos. Devido ao acesso a educação e ao mercado de trabalho, a mulher saiu de casa e está ocupando cargos de chefias ou até mesmo profissões masculinas em que a delicadeza e minuciosidade do olhar feminino são aprimoradas. Os homens que se cuidem e não podem negar: as mulheres querem e estão conseguindo seu espaço e sendo prioridade.

E é neste contexto que encontramos um clima entre o grupo de mulheres: a minoria que reivindica a sua liberdade e a maioria que cultiva o lado tradicional da sua educação doméstica. Quer ver o circo pegar fogo? Lance a seguinte questão: O que acha da liberdade sexual da mulher?

A sociedade brasileira vai revelar-se altamente moralista. A mesma sociedade que divulga ao exterior as bundas mais belas do mundo, a sambista de corpo escultural, a música com sexo cantado.

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O grande desafio da brasileira que faz parte da grande maioria é ser taxada por minorias. O que é mais relevante? Uma brasileira que solteira, sustenta os filhos, luta para conquistar seus sonhos ou a brasileira que rebola por minutos e, mesmo não sendo, pode ser confundida como prostituta? A resposta: Nenhuma. A brasileira deve ser respeitada em qualquer situação, assim como qualquer mulher de outra nacionalidade. O grande desafio é a não generalização de uma população por conta de minorias. Haverá sempre uma brasileira que você vai admirar sem ao menos mostrar o corpo. Ouçam mais, vejam menos.