O hábito alimentar da população brasileira tem apresentado mudanças significativas, quanto à qualidade e quantidade dos alimentos consumidos no dia a dia. Pois, é crescente a incidência de doenças crônicas associadas à alimentação inadequada, como a obesidade, a hipertensão, o diabetes, o câncer e a osteoporose. Visto que, grande parte da população não tem informação sobre alimentação saudável. Diante dessa situação, vem ocorrendo uma maior conscientização dos consumidores, em melhorar a qualidade de vida e reduzir tanto os danos a saúde quanto os gastos com os tratamentos médicos. Isso tem contribuído para o aumento do consumo dos alimentos classificados como funcionais e nutracêuticos.

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A portaria n.o 398 de 30/04/99 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde define o alimento funcional como todo aquele ingrediente que, além das suas funções nutricionais básicas, também apresenta efeito metabólico ou fisiológico e ou efeitos benéficos à saúde, quando consumido em sua dieta usual. Os alimentos funcionais são aqueles capazes de suprirem as necessidades nutricionais básicas do organismo e ao mesmo tempo trazem componentes benéficos aos sistemas fisiológicos, e também a prevenção de doenças. São denominados os alimentos comuns, como o alho, o peixe, os alimentos vermelhos que protegem o organismo de doenças cardiovasculares. Por outro lado, a aveia e a linhaça auxiliam na prevenção de câncer de intestino.

Já os nutracêuticos são alimentos ou parte deles, que trazem benefícios médicos e de saúde, que incluem a prevenção ou o tratamento de doenças, e também melhoram o desempenho físico, psicológico e comportamental.

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Os alimentos nutracêuticos podem ser os nutrientes dietéticos, produtos herbais e alimentos processados, como por exemplo, os cereais, sopas ou bebidas e até mesmo os produtos em forma de cápsulas.

A ingestão desses alimentos também é recomendada para os atletas e esportistas, porque está diretamente ligada à ação antioxidante, ou seja, a redução da produção de radicais livres que são formados em maiores quantidades durante o exercício, especificamente nas atividades de longa duração. Os radicais livres também podem causar aos atletas, um déficit no sistema imunológico e com isso facilitar a ocorrência de patologias como a gripe, resfriado, pneumonias dentre outras moléstias. #Educação