Atitudes conscientes e em massa podem ajudar na crise da água pelo Brasil afora. Reutilizar a água da máquina de lavar roupas para lavar a calçada, apagar as luzes com os cômodos desocupados, fechar o chuveiro durante o banho e tirar os aparelhos elétricos das tomadas quando não estão em uso são alguns exemplos de economia.

Muito se escuta falar do racionamento de água. Ultimamente o foco é em São Paulo pela queda fora do esperado nos reservatórios do Sistema Cantareira, mas pouco está sendo feito pelas autoridades para sanar o problema. A população atingida, forçada a economizar, acabou se reeducando e adotando medidas preventivas na intenção de poupar para ter.

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O pouquinho que cada família se dispõe a mudar, já demonstra resultados que podem ser percebidos no bolso.

Deixar de lavar uma calçada, estocar água usada para reutilizar em outras ações, usar material descartável quando possível, deixar luzes apagadas e eletrodomésticos fora da tomada, por exemplo, são medidas que podem ajudar a evitar o desperdício durante a escassez. Essas medidas só podem ser tomadas pela população, que unida, pode fazer a diferença. Mas e o papel das autoridades? Entra gestão, sai gestão e o problema se repete todo ano. Inundações quando chove, e seca na estiagem.

Medidas preventivas podem ser tomadas para diminuir ou até resolver o problema. Efetivar um sistema de águas pluviais, eficiente e urgente em São Paulo, e que pode virar modelo de referência para outros Estados.

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Fazer campanhas de conscientização para a população, alertar sobre o lixo descartado nas ruas, melhorar o saneamento básico, aumentar a manutenção preventiva dos sistemas de distribuição de energia, localizando os gargalos de desperdício e eliminando-os, fazer Parcerias Público-Privadas nas melhorias de infraestrutura de abastecimento seriam alguns ajustes que o #Governo pode realizar a médio e longo prazos.

Mas, parece que lamentar o leite derramado e não se comprometer com a solução do problema é mais fácil que gerar energia para encontrar uma alternativa urgente e ajudar São Paulo a sair da crise  em que vive atualmente. Se hoje, a água tão abundante em alguns lugares está faltando nas metrópoles, o que verão nossos filhos que hoje são ainda bebês?