Esta é uma história real e bem diferente daquelas que são mostradas em filmes românticos. Nesta, a heroína é Yasmin Eleby, uma texana de 40 anos que passou a vida inteira procurando um príncipe encantado que nunca apareceu. Eleby cansou de esperar. Foram 40 longos anos e a jovem resolveu cumprir uma antiga promessa que havia feito para si mesma. Assim, no dia 3 de janeiro ela contraiu o matrimônio em cerimônia realizada no Museu Americano de Cultura Africana, em Houston.

Radiante com seu traje de noite, em que não faltaram tiara e buquê de flores coloridas no cabelo, Yasmin finalmente realizou seu sonho. Foi conduzida pelo braço de sua mãe até o altar, onde suas irmãs aguardavam com elegantes trajes de damas de honra.

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A noiva realizou este casamento incomum para cumprir a promessa que estava guardada há muitos anos.

Yasmin havia fixado consigo mesma um limite que chegaria quando atingisse os 40 anos. Caso chegasse a este patamar de vida sem ter encontrado seu esperado marido, haveria de casar com ela mesma, sem dar atenção se isso pudesse parecer impossível.

Quando o limite pré-estabelecido chegou, Yasmin tratou de realizar seu sonho. Foi contratado profissional que cuida de todo o planejamento e execução de casamentos. Ele ficou encarregado de tornar real aquele melhor e mais aguardado dia de sua vida, tudo com a participação de seus familiares e amigos. Yasmin Eleby sabe que este tipo de casamento não é considerado como legal pelas autoridades americanas. Mas ela parece não ter dado importância para este detalhe.

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Eleby apenas casou consigo mesma e nada mais lhe importou.

Em Houston, após ter dito "sim" junto às pessoas que lhe são queridas, ela descreveu sua felicidade. Eleby afirma não ter palavras que possam relatar todas as emoções passadas nestas semanas, antes e após o dia 3 de janeiro.

Na sua página no Facebook, ela afirmou ter ficado impressionada com a afeição e apoio prestados por familiares e amigos nesta cerimônia de matrimônio, de amor e de vida. Como acontece em todo casamento, este também teve uma lua de mel. Por ser única nesta união, a noiva também tem o direito de viver os momentos felizes que o casamento proporciona. Para tanto, ela partiu em viagem matrimonial ao Camboja, Laos e ainda acompanhou o Dubai Jazz Festival.