Elas estão em toda a parte, promovendo a transição capilar. As “crespas” e “cacheadas” hoje têm voz ativa nas redes sociais e incentivam outras pessoas a aderirem o cabelo natural. Esse movimento traz nomes de peso, como o da Rayza Nicácio. Ela tem um canal no Youtube, com mais de 615 mil inscritas e vídeos com cerca de 1 milhão de visualizações.

A “vlogueira” estimula meninas, assim como ela, a abandonarem os produtos químicos para seguirem uma linha mais natural quando o assunto está relacionado aos cabelos. A internet está tomada por essas evangelizadoras, que abraçaram a causa de um cabelo mais livre. Algumas delas até contam que a auto estima melhorou, já que não se preocupam mais com o fato de entrarem numa piscina, por exemplo.

Publicidade
Publicidade

Para elas, manter os cabelos naturais é algo libertador.

A indústria de cosméticos, que também não é boba, está de olho nessa fatia do mercado. Se antes as opções se restringiam aos cabelos quimicamente tratados, hoje as adeptas dos cabelos naturais encontram mais opções. Para se ter uma ideia, no mercado já existe creme para cachear, ao invés de pentear.

A definição dos cachos está entre os assuntos mais comentados. Nesse sentido, “crespas” e “cacheadas” trocam ideias, rotineiramente, nas redes sociais, a fim de descobrir se determinado produto é bacana ou não. Os “reviews” ou resenhas é algo bem comum. As meninas experimentam e contam para outras, por meio de blogs, vídeos ou redes socais.

Salão especializado

O Salão Lunablu se afirma como 'especializado no tratamento de cabelos “crespos” e “cacheados” naturais', ou seja, não utiliza nenhum tipo de química que muda a estrutura dos fios.

Publicidade

A empreendedora Soraia Ferreti percebeu a oportunidade e mergulhou fundo, economizou, guardando dinheiro por 17 anos, conseguiu juntar 800 mil reais e não pensou duas vezes.

Atualmente, o seu faturamento ultrapassa o limite de 3 milhões de reais, por ano, o que representa um crescimento de 35%. Segundo Soraia, o salão que já conta com três unidades, uma no Rio de Janeiro, outra em São Paulo e na Bahia, cresceu cerca de 25%.

E você, o que pensa sobre a transição capilar? Diga aí! #Negócios #Beleza #Têndencias de Cabelos