Tatuagens têm se tornado algo cada vez mais comum. Animais, versos, frases, músicas e desenhos são os mais utilizados. Tempos atrás, tatuagens eram vistas como algo ruim, e que prejudicavam a vida da pessoa no trabalho e até mesmo a vida pessoal. Tatuagens já foram proibidas em diversas profissões como, por exemplo, para os policiais, por serem vistas como uma marcação. Hoje existem pessoas tatuadas em todas as profissões: professores, médicos, jornalistas, secretárias, etc. E até mesmo aquelas pessoas que anos atrás eram contra a #Tatuagem estão fazendo também.

Os tamanhos, formas e cores são variados. Cada pessoa adere àquela tatuagem que mais combina com si mesmo.

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Geralmente, as tatuagens têm um significado pessoal para a pessoa, mas hoje em dia isso não importa mais, muitas pessoas estão tatuando tatuagens que não têm significado nenhum, o importante é a arte.

Em 2006, surgiram nos #Estados Unidos as “tatuagens do bem”, que são tatuagens que apresentam as condições médicas, como tipo sanguíneo, diabetes e alergias a medicamentos. Elas servem para que caso aconteça um acidente, ou algo inesperado, os médicos saibam logo qual o tipo sanguíneo da pessoa, e se ela pode ou não tomar determinado medicamento. Isso acelera o processo de emergência e urgência, e faz com que a pessoa não morra por tomar medicamentos e receber tipos sanguíneos errados.

As “tatuagens do bem” têm ganhando espaço entre os brasileiros, e têm se tornado cada vez mais virais. Elas são feitas em lugares visíveis e de fácil visualização, como no pulso, ou em outra região do braço.

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Boa ação

Nos Estados Unidos, as “tatuagens do bem” são feitas a preço de custo para pessoas que têm diabetes, para que o paciente seja diagnosticado corretamente caso esteja inconsciente. No Brasil, a tatuadora Nathalia Stern também faz as tatuagens a preço de custo. Cobra cerca de 40 a 70 reais para cobrir o custo da tinta. Ela diz que em sua família há vários portadores de diabetes, e essa é uma forma de poder contribuir com as pessoas. #Saúde