Johnny Moura, modelo, 22 anos, foi assassinado pelo agente penitenciário Renilson Garcia Araujo, 27 anos, com um tiro na cabeça enquanto estava saindo de uma festa acompanhado da namorada e de duas amigas na madrugada do dia 27 de dezembro do ano passado, um domingo, na região das Dunas, em Fortaleza.  

Testemunhas afirmaram que um homem de camisa laranja, que estava presente na festa, ficou com a parte inferior do nariz ferida. Depois, o homem apareceu novamente, mas sem a camisa laranja.

Renilson era agente penitenciário na Casa Privação de Liberdade Desembargador Francisco Adalberto de Oliveira Barros Leal, conhecida como "Carrapicho", em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza.

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A juíza Adriana da Cruz Dantas, afirma que por Renilson ser um agente penitenciário só demonstra que ele não tem respeito pela vida humana e pelas leis do Estado, por isso foi melhor ser decretada a sua prisão.

O acusado e a vítima tinham brigado durante a festa pois o Renilson tinha “dado em cima” da namorada de Johnny. O modelo, não aprovando a ação de Renilson, desferiu um soco no rosto do acusado que, furioso, aguardou Johnny na saída da festa e efetuou o disparo a queima roupa.

O criminoso foi preso no dia 29 de dezembro do ano passado, quando foi determinada a prisão temporária dele (a prisão temporária dura cinco dias. É usada para que a polícia consiga coletar provas para que consiga pedir a prisão preventiva do acusado).

Segundo a delegada Socorro Portela, que recebeu uma ligação na tarde do dia 28 de dezembro do suposto autor do #Crime, que dizia querer se entregar a Polícia Civil no dia 29 de dezembro do ano passado.

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Devido o homicídio ter ocorrido em local público e no horário em que havia pessoas nas proximidades onde poderiam ter se machucado, a juíza Adriana da Cruz Dantas determinou ao acusado uma prisão preventiva (sem prazo definido, é solicitada para não atrapalhar o processo ou inquérito).

Família do modelo e namorada ainda lamentam sua perda. Namorada do modelo diz que ainda não "caiu a ficha". #Casos de polícia