A chuva desta madrugada de quinta-feira (31), que ocorreu em Fortaleza, já é considerada a maior chuva da Capital Cearense desde janeiro de 2015.  A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) registrou 123,8 mm em Fortaleza.

 As chuvas de ontem e hoje são causadas pela chegada da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que trouxe uma massa de ar para o estado entre esses meses de Fevereiro e Maio. A Funceme acredita que as chuvas ainda continuem em todo o Estado até essa sexta­-feira dia (01).

 A cidade enfrentou alguns transtornos na manhã desta quinta-feira: trânsito lento, semáforos apagados e bairros alagados.

Publicidade
Publicidade

Até o momento apenas uma ocorrência de desabamento no bairro Mucuripe. Muitas pessoas se atrasaram no momento que elas se dirigiam para os seus trabalhos, escolas e etc.

Alguns pontos que ficaram bastante críticos na cidade foram: Avenida Júlio Abreu, sob o viaduto da Via Expressa, os carros ficaram submersos de água; Na Avenida Eng. Santana Júnior, os carros ficaram parados no engarrafamento; Na Av. Beira ­mar houve uma explosão de um transformador e a Autarquia de Trânsito do Ceará (AMC) teve de interditar umas das vias, mas a Companhia de Energia do Ceará (Coelce) informou que não houve queda de energia; Já no quarto Anel Viário, um ônibus afundou no barro; Na Avenida Odilon Guimarães, no bairro Lagoa Redonda, parece até uma lagoa; Na rodovia BR ­116, também houve congestionamento. Os problemas continuam na Avenida Osório de Paiva, 13 de maio, Washington Soares, dos Expedicionários e na Heráclito Graça.

Publicidade

Com as chuvas registradas em Fortaleza entre o ano de 2015 e 2016, a Defesa Civil registrou 107 ocorrências: 59 alagamentos, 33 desabamentos e, 9 inundações, deslizamento e três bueiros destruídos, e outros.

Mas em Fortaleza ainda não foi a maior chuva do Estado do Ceará. Em primeiro vem Pindoretama, interior no Estado, com 145 mm. Segundo em Fortaleza (123.8 mm), em Aquiraz (120 mm), em Ibiapina (78.5 mm), em Messejana (76 mm), em Itaitinga (63 mm), em Jaguaretama (38 mm), em Palmácia (37.2 mm), em Horizonte (34 mm) e em Pacatuba (33 mm). #Trabalho #Mudança do Clima #Chuvas Torrenciais