A polícia conseguiu prender um homem e um adolescente suspeitos pelo #Ataque à quatro antenas de telefonia no Estado do Ceará. Eles foram pegos nesta sexta-feira 15, com galão de gasolina, isqueiro e tinta preta. Essa antena fica instalada na Rua Mário Filho, no bairro do Mondubim, em Fortaleza.

Na parede os bandidos deixaram uma mensagem pichada com a sigla PCC (Primeiro Comando da Capital), uma facção paulista, mas tudo indica que há integrantes no estado do Ceará.

O primeiro ato dos criminosos contra as antenas de telefonia da operadora Oi foi na quarta-feira, 13. Essa torre fica instalada em Caucaia, no Ceará.

O segundo ataque foi no bairro Granja Portugal, na Rua Bragança, onde a antena fica localizada.

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Esse ataque aconteceu na noite de quarta-feira. Já o terceiro foi no bairro Canindezinho, sendo essa torre queimada na sexta-feira (15).

O aviso de bomba

Uma ameaça de bomba foi registrada na tarde de quarta-feira (13), que aconteceu no prédio da empresa Contax, companhia de call center terceirizada pela Oi na Avenida Borges de Melo. A empresa recebeu uma ligação anônima avisando sobre a bomba no 1° andar. Os funcionários tiveram que ser retirados do seu local de trabalho para uma averiguação. Assim, concluíram que nada foi encontrado no local.

O que motivou esses ataques?

Querem vetar a lei que bloqueia o sinal de aparelho celular ao redor dos presídios do estado do Ceará. O PCC esta fazendo diversas ameaças e ataques criminosos por todo o estado.

Outros ataques em prédios públicos também foram registrados na sexta-feira (15).

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A delegacia de combate ao crack foi alvo de bandidos que atiraram contra o local e deixaram pichados no muro a sigla “PCC”, mas ninguém ficou ferido.

Na semana passada uma ameaça de bomba foi registrada próxima á Assembleia Legislativa do Ceará, na Avenida Desembargador Moreira. Foi preciso interditar ruas próximas da Assembleia pois o antibombas estava no local nessa operação. Foram encontrados, dentro de um carro roubado, 48 explosivos que estavam dentro de um saco preto. #Casos de polícia #Incêndio