Os dados de uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgados na edição desta quinta-feira, dia 18, no jornal O Povo, mostraram o crescimento da taxa de #Desemprego para os cearenses, ao final do segundo semestre deste ano. Os dados apurados mostram que o estado se destacou do restante da média nacional, onde os índices foram mais elevados tanto em relação ao ano atual quanto ao ano de 2015. Segundo os especialistas, alguns fatores podem ter contribuído para o quadro, como a redução do número de postos de trabalho e a queda da renda mensal dos trabalhadores em virtude da #Crise que afeta o país.

Segundo a Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílio Contínua (PNAD), feita pelo IBGE a cada ano em todas as capitais brasileiras, a taxa de desemprego para as regiões Norte e Nordeste foram as mais altas em relação às demais do país como a Sul, Sudeste e Centro Oeste.

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Em relação à média nacional, o Ceará ficou acima com um valor de 11,5% contra os 11,3% registrados. Com relação ao ano de 2015, os valores também foram maiores, cujo valores ficaram em 8,8%. Em termos de quantidade, o Ceará apresentou cerca de 448 desocupados, contra os 11,6 milhões a nível nacional.  A região Nordeste se destacou com um percentual de 13,2%, em relação à média nacional, sendo que o menor valor de desempregados ficou com a região Sul, com 8%.

De acordo com os especialistas do IBGE, a queda da taxa de emprego no Ceará pode ser atribuída a uma menor quantidade de vagas criadas em relação à quantidade já existente. Segundo os dados, no primeiro trimestre deste ano, foram ofertadas cerca de 127 novas vagas. Este número não foi suficiente para absorver os novos 172 candidatos que tentaram entrar no mercado para o mesmo período. 

Ainda, de acordo com a pesquisa, o Ceará apresentou o menor rendimento por trabalhador dentro da região Nordeste, ficando atrás do Maranhão e da Bahia.

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Na média nacional, a região Sudeste se destaca, seguida da Centro-Oeste e da região Sul. Para o estado do Ceará, a quantidade de trabalhadores com carteira assinada não sofreu nenhum acréscimo pelo resultado da pesquisa, ao contrário daqueles que não são registrados e que deverão continuar a impactar a taxa crescente de desemprego na região.

  #Ceara