A meio a uma crise financeira, desgaste nos setores da saúde do estado do Ceará, principalmente na capital, Fortaleza foi realizado o Réveillon mais caro do Brasil, com 20 minutos de show pirotécnico, desbancando até mesmo cidades tradicionalíssima como Rio de Janeiro e Florianópolis.

Onde causou muita revolta dos cidadãos contribuinte cearense, principalmente a classe médica. A insatisfação foi tamanha, que fez com que o sindicato dos médicos do estado, a criar uma campanha contra aos gastos exorbitantes, grotescos e imorais. Tendo em vista, uma variável de sequência de problemas para serem priorizados, com a verba pública destinada a saúde.

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Segundo a doutora Mayara Pinheiro dos Sindicato dos Médicos do Ceará, ressaltou que classe vem sofrendo por falta de condições de trabalho, falta equipamentos, infraestrutura e salários atrasados.

O que os deixou-os mais revoltado foi saber que, apesar de tanto problemas na saúde, os gestores da prefeitura não mediram esforços para pouparem na hora contratar as atrações para o Réveillon de Fortaleza, mesmo sabendo da atual situação.

Segundo alguns jornais de grande veiculação, que tiveram acesso ao documento da prefeitura de Fortaleza, assinado pelo secretário executivo de governo no município Laudélio Antônio de Oliveira Bastos, que comprovou o valor gasto na farra milionária do Réveillon de Fortaleza.

Para se ter uma noção de quanto foi gasto neste Réveillon, foi pago para atração principal R$ 880 mil, quase um milhão de reais.

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Por isso a campanha do Sindicato dos Médico tenta marcar uma cirurgia com a Cláudia Leitte. O objetivo da campanha é chamar a atenção da população para o fato de profissionais da categoria estarem com salários atrasados, enquanto a prefeitura investe na realização de festa.

A campanha em nada se opõe ao trabalho dos artistas convidados como atração para o Réveillon, nem ao próprio evento, pelo ao contrário, a entidade é apreciadora de iniciativas de lazer e entretenimento, desde que essas diante o cenário atual, seja custeados por recursos privados. #Hospital #Claudia Leitte #Crise-de-governo