Aparentemente e ao que tudo indica descartar e/ou lançar uma batata a certa altura não é uma tarefa difícil de fazer. Se o descarte for planejado para ser executado de uma forma grosseira e/ou comum, bastará o atirador tomar posse de uma batata, mirar um alvo, por exemplo, um objeto, uma pessoa ou sabe-se lá o que e/ou quem mais, atirar, e pronto! Mas essa facilidade pode não ser uma verdade se a coisa for vista e/ou analisada com olhos científicos.

Descartar uma batata envolve mais do que a aplicação de uma força e o desejo de se acertar um alvo. É preciso analisar a distância, a aceleração a ser empregada, a massa, os possíveis obstáculos, é prudente ter cuidado com a coluna cervical, pois essa poderá ser deslocada com o movimento dos antebraços e dos braços, etc.

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Além disso, a faixa etária do "atirador" influirá nos detalhes a serem minuciosamente determinados, pois o que faz uma criança de 3, 4 anos, não é o que faz uma criança com seus 12, 13 anos ainda mais os das demais faixas de idade. Isso não é interessante? Pois é!

Por falar em faixa de idade, alguém já ouviu falar na tal curva da vida, ou seja, no período e/ou ciclo de vida das coisas? Em síntese, o ciclo de vida trata-se de quando a coisa surge; cresce; se desenvolve; se acomoda e em seguida morre. É muito semelhante ao fenômeno do desenvolvimento humano da seguinte forma: o homem e/ou a mulher nasce; cresce; estuda (ou não); fica bobo; se casa; gera e fica por conta dos descendentes; vai assistir televisão; adoece, e por fim morre. Nessa mesma forma de raciocínio se pode aplicar a quem pretende ser atirador de batatas às alturas, o que não é uma boa ideia em tempos de crise.

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Alimento é para se guardar e não jogar fora.

Assim, para terminar esse "dedinho de prosa" típico de um raciocínio cheio de "balanga cá balanga lá", a recomendação que se faz é a seguinte: não tente descartar uma batata às alturas, pois a vítima poderá ser o próprio atirador. Mas..., que bonitinho isso não é mesmo?