Depois que Barack Obama e Raúl Castro decidiram restabelecer as relações diplomáticas entre o governo norte-americano e cubano que durava 53 anos, os amantes de viagens começaram a correr contra o tempo para conhecer Cuba o mais rápido possível. O medo da maioria dos mochileiros é encontrar o país repleto de lojas da Apple, McDonalds, Starbucks e tão americanizado como qualquer outro. Desde o final de 2014 quando foi noticiado a reaproximação dos dois países, o número de reservas de passagens para a ilha cresceu mais de 200%.


Romantizada por seus edifícios históricos, carros antigos e sua atmosfera comunista, a ilha de Cuba atrai saudosistas e viajantes que procuram por lugares autênticos e, com certeza, quando acontecer o fim do embargo e a facilitação da entrada dos yankees em solo cubano pode acabar com esse ar de cápsula do tempo. Porém, para alguns cubanos, a ideia de mudança soa bem e pode trazer benefícios.


Em 2014, o país bateu um recorde recebendo 3 milhões de visitantes. No mês de janeiro, o país recebeu 371 mil pessoas, 16% a mais em comparação com o ano passado. A ilha, que tem roteiros conhecidos como a capital Havana e Varadero, pode surpreender viajantes com outras opções como Sierra Maestra, Santiago de Cuba e Trinidad - que faz parte da lista de patrimônios culturais da Unesco.

Planejando sua viagem

Antes de pensar em um roteiro do seu agrado, saiba que para ir à Cuba é preciso tirar o visto. Para evitar transtornos, o ideal é solicitar ao menos 2 semanas antes da data de embarque. O país também obriga que o viajante adquira um seguro de #Viagem no Brasil ou quando chegar em solo cubano.

Quanto devo economizar

Cuba está longe de ser um destino barato para estrangeiros. A diferença entre a moeda local e a moeda turística - peso cubano conversível (CUC) - é grande, e com a alta do dólar vale a pena considerar alguns gastos. Mas não se desespere, o orçamento e os gastos depende da boa vontade do viajante. #Turismo

Fique ligado

Não se esqueça de que está indo para Cuba. Lá, o uso de internet é limitado, assim como as opções de pagamento nos bares e hospedagem. Leve dinheiro. É bastante complicado encontrar locais que aceitem cartão de crédito ou achar um caixa eletrônico para realizar saques.