O famoso navegador, escritor e palestrante brasileiro Amyr Klink disse em um dado momento de sua vida que “pior que não terminar uma #Viagem é nunca partir”, ou seja, pelo que tudo indica, ao menos algumas pessoas nascem com a necessidade instintual de buscar novos horizontes, trilhar por caminhos desconhecidos e saber se o sal de diferentes mares também possui diferentes sabores. É o caso, por exemplo, do gaúcho da pequena cidade de Panambi, #Rodrigo Militão, que tem por objetivo pessoal e profissional conhecer os 193 países membros da ONU. Boa parte do objetivo já foi feito, pois o rapaz até agora conheceu 154 deles.

O interessante deste desbravador da era moderna, de 35 anos, é que a primeira viagem dele para fora do país ocorreu no ano de 2005 por motivos de trabalho e teve como destino Montevidéu, capital do vizinho Uruguai.

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Mal sabia ele que os meros 900 quilômetros se multiplicariam e muito, quando ele finalmente teve a oportunidade de visitar 135 nações, as quais fazem parte da ONU, e ainda 19 outros territórios.

Mas o “Marco Polo” gaúcho não quer parar por aí e tem como objetivo principal completar o roteiro dos 193 países filiados a ONU nos próximos dois anos e meio.

Tudo começou de forma simples, quando Rodrigo atuava na área de exportação em uma empresa multinacional no Sul, o que carimbou o seu passaporte antes mesmo dos 30 anos de idade, para que conhecesse desde a China até as regiões litorâneas caribenhas, o que pode ser melhor entendido na frase dita pelo próprio protagonista da saga, a saber: “você vai viajando e isso vai se tornando um vício”.

Trabalhar com carteira assinada não o impediu de alçar vôos maiores, sendo que assim pode unir o útil ao agradável, ou seja, montou o seu próprio negócio na forma de uma consultoria apta a negociar com grupos internacionais, mas foi em 2015 talvez o momento mais marcante de Militão no que concerne às viagens, uma vez que ele, do mês de abril até dezembro daquele ano, pode visitar 286 cidades distintas em um percurso que superou os 80 mil quilômetros, pernoitando em hospedarias, albergues, casas de família, hotéis e até na rua na cidade de Santander, situada no norte espanhol.

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O aventureiro brasileiro vivenciou situações desde as mais corriqueiras de um turista comum, como conhecer a Grécia, até ser quase raptado em um ônibus que fazia a rota do Irã até a Síria por um terrorista do Daesh ou Estado Islâmico. Ainda bem que alguns passageiros do Curdistão e o motorista do coletivo salvaram a pele do moço.

O leitor pode se imaginar viajando de caminhão, carro, trem, barco, navio ou algum outro meio de transporte intercontinental que não seja nada convencional? Foi exatamente isso que Militão fez, isto é, abraçou uma grande mochila e foi conhecer o mundo, literalmente falando.

Enfim, pode ser dito, seguindo o exemplo do aventureiro Rodrigo Militão, que “viajar é preciso”, como bem comprovam as experiências, todas elas registradas no Facebook oficial do brasileiro e em seu blog.

Viajar pelo mundo com Rodrigo Militão

#Turismo