A morte de mais de 100 #Animais em fazendas na cidade de Eirunepé, a 1.160 km de Manaus, está sendo investigada. O caso está sendo acompanhado pela Fundação de Vigilância Sanitária (FVS) e pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do #Amazonas (Adaf).

As mortes, sem causa identificada, começaram a acontecer em janeiro de 2016 e o último animal que veio a óbito foi no início de março. Os que não foram acometidos, estão sendo vacinados contra a raiva e permanecem em constante observação. Duas fazendas estão com o problema, sendo que uma delas tem 500 cabeças de animais para produção e a a outra 700.

Dentre os mortos, até o momento, estão 12 cavalos, 80 bovinos e 18 ovelhas.

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A produção era destinada para o Amazonas e para o Acre, mas o abate foi impedido desde que as mortes sem causa definida começaram.

Segundo informações do G1, dentre os sinais clínicos apresentados pelos animais acometidos ocorreram: dificuldade de se manter em pé, salivação em excesso, tontura e fraqueza nos membros. Todos eles foram relacionados à raiva, pelo médico veterinário que está acompanhando o caso. A morte dos animais aconteceu pouco tempo depois dos sinais.

Por se tratar de uma zoonose, as pessoas que tiveram contato com os animais estão sendo vacinadas. O mesmo está acontecendo com as cabeças sem sinais clínicos. As propriedades só poderão voltar a realizar o abate após todos os animais receberem duas doses da vacina, conforme protocolo do profissional responsável.

Embora material de cinco bovinos e um equino tenham sido coletados para análise, ainda não há uma confirmação da causa da morte.

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Além de raiva, há várias outras enfermidades que podem estar ligadas ao número grande de óbitos no local.

Além dos dois locais, há mais propriedades em observação. Todas as fazendas que ficam em um raio de 2 km delas estão passando por uma rotina de vacinação de todos os animais. Além de bovinos, equinos e ovinos, cães e gatos também estão sendo acompanhados e vacinados com a antirrábica. A doença viral não tem cura.  #Pecuária