Uma enfermeira italiana foi um dos assuntos mais comentados do ano de 2014, pois ela matava os pacientes do hospital no qual trabalhava. Daniela Poggiali, atuava em um hospital em Lugo, na Itália. De acordo com as informações dadas pelo jornal italiano "Corriere della Sera", quando ela não gostava de uma família e o doente precisava de muita atenção em seu tratamento, ela aplicava cloreto de potássio intravenoso para que o paciente viesse a óbito. Daniela foi presa apenas em outubro de 2014, sendo que as investigações começaram em abril. Ela se diz inocente.

Ao investigar a enfermeira, a polícia italiana encontrou fotos em seu celular, nas quais ela aparece fazendo sinal de positivo ao lado e uma pessoa que acabou de morrer, como se fosse uma comemoração da morte.

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Poggiali ficou atuando por bastante tempo na Itália e ainda não se tem um número exato de óbitos provocado por ela. No início, falava-se em trinta e oito pessoas, mas com o andar das investigações, já houve a possibilidade do número passar de noventa assassinatos.

Como a enfermeira italiana foi descoberta 

Quando uma das pacientes, de nome Rosa Calderoni, faleceu aos 78 anos, no mês de abril do ano de 2014, a suspeita começou. A doença pela qual Rosa tinha sido internada era simples e a cura era fácil. Por isso, foi realizada uma investigação detalhada da causa da sua morte e constataram que havia uma alta concentração de potássio no seu organismo. Depois disso, foram pesquisar outros pacientes e viram que mais trinta e sete tinham tido o mesmo problema e vieram a óbito. Quando compararam os casos, viram que o que eles tinham em comum era a presença de Poggiali como responsável pelo seu tratamento e cuidado.

Mauro Taglioni, o diretor de enfermagem do hospital teve um integrante de sua família que também foi vítima da enfermeira.

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O idoso morreu logo após a sua internação no Umberto I, hospital no qual os assassinatos ocorreram. Daniela não tinha uma boa relação com ele.

Ao ouvirem os colegas de hospital os investigadores descobriram que a enfermeira dava altas doses de laxante para os doentes, quando o seu turno estava acabando, para poder dificultar o turno seguinte. Além disso, quando eles reclamavam de algum paciente e ela estava perto, ela sempre falava que deixasse com ela que ela saberia como fazê-los ficarem quietos.

Resta saber, como mesmo com essas atitudes ela ainda foi mantida no cargo. Sem contar que, das mortes confirmadas, 28 acontecerem entre o início de 2013 e abril de 2014, quando a investigação começou, ou seja, o hospital ficou constatando óbito por um ano, vendo que algo estava errado já que a morte era por excesso de potássio no sangue e não investigou a causa. Como explicar? Deixe a sua opinião dos comentários!