A denúncia foi feita pelo governo iraquiano, que afirma que o grupo radical Estado Islâmico - ISIS - matou 150 mulheres de origem Yazidi porque elas se recusaram a casar-se com milicianos terroristas do grupo. A maioria delas, disse a fonte, havia sido escravizada e vendida aos militantes de Al Baghdadi.
Foi o que aconteceu na província de Anbar, no Iraque norte-ocidental. Isso foi revelado pelo Ministério para os Direitos Humanos em Bagdá, citado pelo canal por satélite, "Al Arabiya", explicando que as execuções ocorreram em Fallujah e os corpos das vítimas foram enterrados em valas comuns na periferia da cidade.
Segundo um relatório da ONU, mulheres são sequestradas para serem vendidas como escravas para o ISIS. O grupo criou um tarifário e um manual com as perguntas e respostas para os jihadistas. A maioria das mulheres mortas era de origem Yazidi. Antes de serem assassinadas, as prisioneiras tinham sido feitas de escravas e levadas à força para outras províncias.


O último escrito foi distribuído gratuitamente aos militantes de Al Baghdadi para capturar mulheres e usá-las como servas e escravas, especialmente se cristãs e judaicas.

Esse são exemplos de perguntas que estão no manual: "Você pode ter relações sexuais com uma escrava que acabara de comprar ? ''É proibido vender uma escrava grávida do seu dono?" ''O que acontece com a escrava quando o seu dono morre?''

O ISIS tem justificado o uso da escravidão dessas mulheres, alegando que as tribos Yazidis adoravam o diabo. Para as mulheres muçulmanas, o ISIS criou um programa de treinamento para que elas ajudem os militantes que combatem pelo grupo radical cozinhando e limpando para eles.

Um outro trecho de texto enfatiza que é considerado legal no Estado islâmico ter relações sexuais com meninas pré-púberes, ou seja, meninas que ainda não entraram na puberdade.

Nos últimos dias foi desmantelada na Espanha uma célula que estava recrutando mulheres para o califado. Isso é um outro modo de escravizar as mulheres, quer sejam elas de religião muçulmana, cristã ou judaica. #Terrorismo