Quando falamos em #Desemprego, pensamos logo na situação do Brasil, correto? Porém, se formos comparar hoje a situação do nosso país com algumas potências europeias, veremos que no meio dessa crise toda estamos bem. O último levantamento que temos de taxa de desemprego no Brasil foi divulgado no dia dezenove de dezembro. De acordo com as informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ela ficou em 4,8% no mês de novembro, ou seja, subiu apenas 0,1% quando a comparamos com outubro. Você deve estar pensando: "isso é muito". Sim, é, o ideal é que fosse perto de zero, correto? Mas comparado aos países europeus, essa taxa é até boa.

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A Itália, por exemplo, divulgou o seu último índice de desemprego no final de novembro e lá teve uma alta passando de 12,9% do mês de setembro para 13,2% em outubro. Claro que se você for calcular em número de pessoas, a quantidade é menor do que a do Brasil, afinal, a população italiana é muito menor do que a nossa, mas em porcentagem, a situação lá é bem mais crítica.

Vale lembrar que a Itália não é o único país europeu com problema. A França liberou dados recentes e comunicou que mesmo com a promessa de que taxa de desemprego iria começar a cair no último trimestre, isso não aconteceu. O desemprego continua aumentando e chegou a 10,4%.

Já na Espanha, a taxa de desemprego é de 24%. É isso mesmo! Pode parecer assustador, mas aproximadamente uma em cada quatro pessoas que procuram uma colocação no mercado de trabalho na Espanha não conseguem.

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Cada vaga nova que aparece, seja da área que for, forma fila de espanhóis sedentos por ocupá-la.

Os migrantes que antes foram para esses grandes países para fugir do desemprego, hoje saem de lá com o mesmo propósito: correr do desemprego. Uma equatoriana disse em entrevista à Folha de São Paulo, que não consegue mais oportunidade lá e está voltando para o seu país de origem. Ela trabalhava como empregada doméstica, mas tiverem que cortar a carga de trabalho diária, para quatro horas. Com isso, o salário cairia para R$ 900, o que segundo ela, não é suficiente para viver lá e é metade do que ela receberá estando desempregada.