Segundo o Pentágono, líderes do Estado Islâmico foram mortos no norte do Iraque, após ataques aéreos dos Estados Unidos. O contra-almirante John Kirby, porta-voz do Pentágono, informou na quinta (18) que vários líderes e comandantes do EI foram mortos desde meados de novembro, quando os ataques aéreos foram bem sucedidos.

Esse #Ataque demonstra que a coalisão está ajudando as forças iraquianas a enfrentar e derrotar o Estado Islâmico. Kirby disse que o Pentágono acredita que a morte desses líderes abalam a capacidade do EI de controlar e comandar as operações contra as forças locais e curdas do Iraque, além de provocar outras consequências.

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Os nomes de três líderes que foram mortos nos ataques foram revelados por funcionários americanos. São eles: Abd al Basit, responsável pelas operações militares do grupo; Haji Mutazz, mais conhecido como Abu Muslim al-Turkmani, assistente de Abu Bakr al Bagdadi, líder do Estado Islâmico; e Radwin Talib, encarregado de controlar a supervisão de Mossul, cidade capturada pelo EI, localizada no norte do Iraque.

Os Estados Unidos, juntamente com seus aliados, intensificaram os ataques aéreos contra o Estado Islâmico nos últimos dias, apoiando as forças curdas do Iraque.

Conheça o Estado Islâmico

O Estado Islâmico (EI), é um grupo radical formado por vários combatentes jihadistas que tem recrutado milhares de combatentes em todo o mundo. O grupo luta contra a autoridade de Ayman al-Zawahiri, chefe da Al-Qaeda.

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O EI nasceu a partir do Estado Islâmico no Iraque, como sendo uma ramificação da Al-Qaeda. Em 2013, a Frente Al-Nosra e o Estado Islâmico do Iraque se uniram, convertendo-se no Estado Islâmico do Iraque e Levante. Mas apesar do anúncio, a Al-Nosra se negou à adesão a esse movimento e então os dois grupos passaram a agir em separado até janeiro desse ano, quando teve início uma guerra entre eles.

Segundo Charles Lister, pesquisador do Brookings Doha Centre, o número aproximado de combatentes jihadistas é de 5 a 6 mil no Iraque e de 6 a 7 mil na Síria. #Crise