Quem nunca ouviu falar sobre o zoológico de Luján, local turístico e listado como imperdível na visita aos nossos vizinhos hermanos, os argentinos? O zoológico é um passeio diferente de qualquer outro estabelecimento do mundo, pois é possível entrar em contato direto com os #Animais, inclusive os mais selvagens, como tigres e leões. Diz o zoológico que os animais recebem um treinamento para ficarem calmos. Mas, o maior questionamento é sobre como esses animais se encontram tão mansos e amigáveis perto de humanos constantemente, visto que são animais que pertencem a uma #Natureza selvagem.

Segundo uma lei mundial, a existência dos zoológicos é apenas para a observação dos animais, ou seja, essa lei proíbe práticas que são exercidas no Luján.

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Não se pode carregar, acariciar, alimentar e muito menos ter contato direto com os bichanos. O zoológico argentino foi condenado.

Não apenas isso, mas muitos blogs sobre viagens relatam reações estranhas nos animais, algo que nunca foi divulgado anteriormente por nenhum veículo. Em alguns depoimentos, os blogueiros afirmam que os animais parecem constantemente sonolentos e dopados, facilitando o contato pacífico com as pessoas. Todos parecem mansos demais e, os frequentadores se questionaram: como um animal de tal porte e personalidade pode ser tão calmo o dia inteiro, todos os dias do ano? Isso não é nada comum. Algumas páginas da internet contam também como os animais correm esfomeados, ao oferecerem comida quando há visitação. Há suposições de maus tratos, que incluem a falta de uma alimentação adequada.

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Contam que os bichos ficam tão esbaforidos, que chegam a brigar entre si para receber o alimento do visitante. Um comportamento bem anormal e suspeito.

A estrutura do zoológico Luján é outro item a ser ressaltado. Os turistas relatam que parece uma grande fazenda, mal cuidada, pois não há organização de áreas para carros, pessoas e animais. Não há bilheteria e o chão é de terra batida, ou seja, o local em dias de chuva torna-se um grande lamaçal. Os frequentadores também afirmam que animais, como patos e lhamas, ficam soltos, e é possível dar qualquer tipo de alimento a eles. Certamente pessoas desavisadas já ofereceram "porcarias" e industrializados que os animais não deveriam comer. Não há fiscalização e nem orientação, o zoo está mal cuidado.

Portanto, é de grande importância que esse tipo de estabelecimento seja fiscalizado e regulamentado. Os animais encontram-se em situação de perigo e é essencial uma mudança radical para exemplo das próximas gerações. Os animais de Luján certamente agradecem a iniciativa. Que eles sejam vistos, apreciados e bem cuidados, com segurança e bom senso!