Os radicais islamitas não param de gerar novas vítimas, eles são incansáveis. Vale lembrar que não são todos os islamitas que realizam chacinas, mas grupos radicais do islamismo que matam sem piedade. Desta vez a vítima foi o japonês Haruna Yukawa.

O fato foi divulgado pelo Estado Islâmico, em que é mostrado um vídeo com um jornalista chamado Kenji Goto com uma fotografia da cabeça decapitada de Haruna Yukawa. Os militantes agora desejam a liberdade de uma detenta da Jordânia. O primeiro ministro do Japão acredita que provavelmente o vídeo não seja falso.

A prisioneira que os militantes desejam solta é Sajida Al-Rishawi, que está presa na Jordânia e foi condenada à morte, esperando apenas o cumprimento de sua sentença.

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O crime cometido por ela foi um ataque num hotel na Jordânia e como o país tem pena de morte ela será condenada. A Jordânia não cederá ao pedido dos militantes e por isso não soltará a prisioneira.

Segundo o grupo de inteligência SITE, esse vídeo foi divulgado inicialmente pelo Twitter em contas de grupos islâmicos.

O primeiro ministro do Japão conversou com o presidente Barack Obama e ambos condenaram os atos radicais de brutalidade contra Haruna Yukawa.

Uma grande parte dos religiosos islamitas que não são radicais também não concorda com a brutalidade dos assassinatos cometidos pelos radicais islâmicos. Mesmo assim os assassinatos continuam ocorrendo e ninguém que não defenda os seus ideais islâmicos é poupado.

Não é a primeira vez que ocorrem relações tensas entre os radicais islamitas e o primeiro ministro Shinzo Abe, pois há dois anos passados uma fábrica na Argélia foi atacada por militantes da Al-Qaeda.

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O ataque gerou mais de 60 vítimas, entre os mortos havia dez japoneses, o que chocou o país. #Terrorismo

Para quem não conhece a religião do islamismo, ela é monoteísta, e seus membros creem em um único deus chamado Alá. Sua doutrina foi revelada pelo profeta Maomé, que recebeu revelações do anjo Gabriel. Os adeptos dessa religião são chamados de muçulmanos. O livro sagrado deles é o Alcorão.