Alvo de muita polêmica, o esposo de Michelle Obama e presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, realizou seu penúltimo discurso diante do Congresso sobre o Estado da União, no dia 20 de janeiro, e provavelmente conquistou muitas pessoas, aumentando a sua popularidade. Com foco em combater a desigualdade social nos Estados Unidos, vale destacar os seguintes pontos:

  • Oportunidade de cursar o community college de graça: 40% dos estudantes vão para esta categoria de curso nos 2 primeiros anos de universidade, de forma a economizar nos 2 últimos anos, ao serem transferidos para uma universidade conceituada, "de nome". A ideia é que este curso intermediário esteja disponível gratuitamente, assim como a escola de segundo grau ou high school;
  • Defendeu também o Day Care (creche) para as crianças;
  • Melhoria salarial, pois considera um absurdo a população que ganha U$ 15.000 por ano poder se sustentar e ganhar apenas isso em regime de tempo integral;
  • Defendeu a igualdade de salário para homens e mulheres;
  • Defendeu o fim do embargo econômico imposto pelos EUA a Cuba desde os anos 60;
  • Se manifestou sobre a questão da segurança online em relação aos recentes ataques que teriam tido envolvimento da Coreia do Norte e solicitou que o Congresso aprove uma proposta de legislação recém-apresentada, de forma que nenhum hacker possa fechar as redes dos americanos, roubar segredos comerciais ou invadir a privacidade das pessoas;
  • Realizou pedido para os congressistas autorizarem o uso da força contra o autodeclarado "#Estado Islâmico".

Falando para um Congresso predominantemente de oposição, Obama apelou a pontos de união entre os partidos. Em relação à quebra do embargo econômico imposto à Cuba, foi elogiado pelo Itamaraty, no Brasil.

Resta torçer que as propostas sejam realizadas, independente de interesses políticos, pois devido a regra dos EUA, ele é inelegível para concorrer à presidência em 2016 para um terceiro mandato. Obama já exerceu 6 anos de mandato e nesses últimos dois anos provavelmente acontecerão muitas realizações.

No final de 2014, ele anunciou o plano de reforma migratória em que pessoas que estejam ilegais no país e que tenham filhos americanos poderão requerer um visto de trabalho de 3 anos, dentre outras medidas para regularização de cerca de 5 milhões de imigrantes em situação ilegal .