A CNN, rede de televisão americana especializada em jornalismo, divulgou nesta segunda-feira (12) a informação de que Amedy Coulibaly fazia parte de uma lista de terroristas elaborada por autoridades dos Estados Unidos. O atirador foi morto na sexta-feira (9) depois de executar quatro reféns num mercado judaico em Paris.

De acordo com as informações transmitidas pelo canal CNN, fornecidas por um funcionário americano, a lista de potenciais terroristas (TIDE) concentra uma média de um milhão de nomes e o de Coulibaly já figurava nela "há algum tempo". Antes de morrer, Amedy Coulibaly fez diversos reféns num mercado de produtos Kosher em Paris e já havia, no dia anterior, matado uma policial na comuna francesa de Montrouge.

O atirador jihadista agiu coordenadamente com os irmãos Said e Cherif Kouachi, que executaram 12 funcionários do jornal satírico "Charlie Hebdo" e que também faziam parte da extensa lista de terroristas dos EUA.

Os irmãos culpados pela tragédia da quarta-feira (7) foram mortos dois dias depois, quando forças especiais da polícia os encontraram refugiados numa gráfica, situada a cerca de 40km da capital francesa.



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