Em todo o mundo é comum morrerem mulheres todos os dias e de variadas formas, como o apedrejamento, facadas, esquartejamento, tiros, entre outros. Na Ásia, por exemplo, é comum morrerem mulheres queimadas.

As mulheres em muitas regiões do mundo não têm liberdade de expressão e são obrigadas a realizarem atos brutais contra si mesmas.

Dentre os atos violentos contra a mulher estão a retirada do clitóris e meninas que são desvirginadas em nome de ideologias culturais. A mutilação feminina é o ato de retirar parte total ou parcial da vagina feminina - de acordo com a ONU cerca de 150 milhões de mulheres já sofreram mutilação feminina.

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No Quênia, por exemplo, a o ritual de mutilação é realizado em pleno ato público, sem anestesia, sem higiene e com materiais como gilete. As próprias mães mutilam suas filhas - para esse povo, trata-se de uma purificação feminina e esse ritual tornará suas filhas mulheres que obterão melhores maridos.

No Brasil, por exemplo, não há mutilação feminina, porém todos os dias morrem mulheres que são vítimas de maridos violentos, ou são vítimas de pessoas que praticam atos brutais, como o estupro, facadas ou tiros. Entretanto, a força policial não tolera atos violentos contra a mulher e condena à prisão os agressores.

Mas não é só a violência física que afeta as mulheres, também ocorre a agressão verbal. Neste caso, as mulheres ficam abaladas emocionalmente.

Os motivos da violência contra a mulher no mundo são, geralmente, devido à fatores culturais ou religiosos.

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Mesmo assim, tratar a mulher de forma brutal é um ato inadmissível.

Outros dados da ONU indicam que, de cada 10 mulheres pelo menos 7 já sofreram algum tipo de violência no mundo, seja física ou verbal.

A violência contra a mulher também chamada de feminicídio, muitas vezes é cometida por uma pessoa íntima, como o marido, namorado ou pessoas da família - e nem mesmo mulheres grávidas são poupadas.

O casamento forçado também é considerado um tipo de violência, pois muitas casam obrigadas e sem ter nenhum amor no relacionamento. Este tipo de casamento é comum na Ásia e na África Subsaariana.